Nunca super heróis estiveram tão em alta. Não é novidade para ninguém isso é só olhar os filmes do cinema e os que vão estrear para ver que as telonas estão sendo bombardeadas com HQ's, que caíram no gosto popular e se tornaram uma fonte por demais lucrativas para Hollywood, rendendo muito nas bilheterias internacionais. Mas o que muita gente não sabe  é que desde muito o tempo a indústria cinematográfica tem se inspirado nessas histórias, mas que só agora com esse "boom" que se tem dado o devido respeito a arte em quadrinhos, como fonte inspiradora de grandes histórias.
  Antigamente gostar de Homem Aranha, Superman, Batman, enfim, gostar de quadrinhos em geral, era ser "Geek"ou "nerd", embora hoje não deixe de ser verdade, é muito difícil encontrar alguém que já não viu e que não goste de HQ's mesmo que indiretamente.
  Tudo isso na verdade tem um ponto negativo. Algo que tem sido reparado nesse últimos anos é falta de originalidade, ou seja, uma certa crise tem atingindo o cinema hollywoodiano. Não é por menos que tem se visto tantas refilmagens de filmes de sucesso e  adaptações quadrinhos, tanto da Marvel como de sua concorrente, a DC Comics, por que as histórias já estão prontas, tem grande público e aceitação. Em outras palavras eles acharam a  mina de ouro.
   Desde as décadas de 50 e 60 histórias adaptadas tem sido feitas para TV, diga-se de passagem, com tecnologia, por assim dizer, precária devido a época, bem notável na série de TV do Homem Aranha, da
década de 70, que não passava de cenas de um homem fantasiado pulando muros e salvando donzelas em perigo, bem diferente das recentes adaptações com ângulos incríveis e cenas de tirar o fôlego. Mas só foi nos final da década de 70 e 80, que as HQ's fizeram a cabeça dos cineastas com a série de filmes do Superman, que levou o ator Cristopher Reeve ao sucesso. Em seguida, Tim Burton, fez o Batman ser sucesso nos cinemas, dando a Gotham City um cenário mais sombrio e gótico, se tornando referencia até hoje.
  Mas quando tudo começou a se tornar essa febre que está hoje? Essa febre voltou em 2000, com o filme de X-men,daí não parou mais. Homem Aranha 1,2 e 3; O espetacular Homem Aranha; Incrível Hulck;
Quarteto Fantástico 1 e 2; Homem de Ferro 1,2 e 3; Batman Begins, Batman: o cavaleiro das trevas, Batman: o cavaleiro das trevas ressurge; Superman: o retorno, Homem de aço... E mais em andamento e vários projetos de heróis. Parece que a febre está longe de passar.
  E por que só agora? Os quadrinhos adaptados em sua maioria são antigos, clássicos que marcaram gerações, mas por que só agora eles tão alcançando tanto sucesso? Há duas explicações simples: tecnologia e adequação. Os filmes atuais conta com o avanço tecnológico a favor, com isso eles conseguem coisas que anos atrás era impossível, mas o que considero importante nesse "boom" é adequação. Sim, os cineastas perceberam que só copiar e colar, não funcionava. Veja por exemplo Capitão América, ninguém acharia bonito na tela, nem convincente, alguém de collant azul de estrelinhas salvando o mundo, eles adaptaram aos nosso tempo, de modo a parecer mais real, mais próximo do espectador, não uma coisa que parecesse surreal demais. Isso aconteceu, com o mais novo filme do Superman, Homem de aço, que finalmente deixou a "cueca" vermelha pra trás. Isso sem mencionar as personalidades, mais humanas e sujeitas a erros, nada perfeito demais.
 Independente das críticas, dos pontos positivos e negativos dessa explosão HQ, para mim, nerd até os fios dos cabelos, foi bom ver finalmente boas adaptações, que mesmo errando, ás vezes, conseguem manter-se fiel ao quadrinhos, alegrando aos fãs antigos e atraindo novos.


Sinopse:
Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.
Quando Melanie, um dos humanos "selvagens" que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a "alma" invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vividas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.
Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam.

obs.: pode conter spoiler.

Para começar,vou logo avisando que não sou muito fã da escritora. Pra quem é fã de Crepúsculo, isso de modo algum é uma afronta, na verdade respeito todos os gostos, mas eu realmente não gosto da narração de Stephenie Meyer, exatamente por isso demorei muito para ler A Hospedeira.
 A principio A hospedeira, foi exatamente o que eu esperava, um livro de narração fraca, com momentos poucos surpreendentes e história cansativa. E sério um triângulo amoroso de novo? Eu sou uma daquelas leitoras, que tem certas dificuldade para ler livros meio parados assim, então você deve imaginar quanta força de vontade eu tive que ter para terminar de ler esse livro. Não me entenda mal, as histórias da Stephenie, mesmo sendo em sua maioria de romance (que como devem saber, eu não gosto), são boas, mas simplesmente acho que ela tem uma grande dificuldade em desenvolver a história, explorar situações, ela prolonga alguns conflitos sem necessidade e justo as partes que dariam ótimas cenas, ou desenvolver melhor, ela não coloca.
  Enfim... A história se passa numa situação inusitada, numa Terra onde a humanidade foi dominada por "alienígenas" que são como parasitas que vivem nos corpos humanos, controlando suas ações, pensamentos, até que a própria mente humana desapareça. Em outras palavras a protagonista do livro são duas pessoas em um corpo só! (amei isso na história, muito bem elaborado). Melanie é uma humana que faz parte da "resistência", a história começa quando ela é capturada e inserem uma parasita nela, chamada de Peregrina. Logo no início Peregrina tem dificuldades em fazer Melanie sair de sua cabeça, ela ainda continuava a resistir, mesmo não tendo mais controle de seu corpo, isso de alguma forma começa afetar Peregrina, tornando-a mais sensível às emoções humanas que são intensas e explosivas, principalmente as de Melanie, que nutre um grande amor por seu irmão e por Jared. Os primeiros capítulos resumem-se basicamente em lembranças da Melanie e esse conflito mental entre as duas protagonista de um corpo só. Nos próximos capítulos, elas fogem pra Resistência, na esperança de fugirem da Buscadora e de encontrar Jared e Jamie (o irmão). Algumas coisas mais acontecem e elas chagam até a resistência, onde se passa o resto da história. E aí achei que a ação ia começar... mas não. Muitos cenas cansativas, que não falam muita coisa. Na resistência, somos apresentados a outros personagens, dentre os quais eu destaco Ian, que se torna alguém especial para história, por que em meio a tanta tensão e medo que as pessoas alimentavam de Peg (Peregrina), Ian era super fofo e compreensivo. Então é nessa parte da história que eu percebo que não é um triângulo amoroso, é um quarteto amoroso! (A alienígena gostava de Ian e de certa forma sentia-se confusa quanto a Jared, que amava Melanie e detestava Peg, por "matar" sua amada. Que loucura!)
   Enfim, a história em poucas palavras é essa confusão de sentimentos, em que lado ficar, que lado está certo. Apesar de tudo, somos surpreendidos no final, a história se revele bem mais atraente, e a leitura começa a ficar a mais rápida e fluida, o que realmente foi uma pena autora ter demorado tanto para fazer isso, a história só fica interessante mesmo depois de um terço (pelo menos) do livro.
    Conclusão final. Gostei? Sim, mas deixou a desejar em alguns momentos. Recomendo? Depende, se você não tem força de vontade para ler, não sugiro, é possível que não saia dos primeiro capítulos. Se você gosta de ficção, pode ser, mais vai ter que enfrentar as cenas de romance. Se você gosta de se aventurar e descobrir histórias novas e criativas, vai gostar muito.
 obs.: Fiquei feliz com as noticias de que haverá a continuação.







Sinopse:
 Com amor no coração... E com a morte na alma.
  Isabel se acha feia. Será mesmo? Feia ou não, ela é uma garota genial e acaba escrevendo lindo versos para ajudar o namoro de Rosana, sua melhor amiga, com Cristiano, seu grande amor.
   A morte da diretora da escola - terá sido mesmo suicídio? - vem alterar sua vida e precipitar os acontecimentos. Isabel foi testemunha de uma cena muito suspeita  e se sente ameaçada. A ideia da morte começa a tomar conta de seu cérebro, enquanto seu coração se despedaça pelo amor de Cristiano...

obs.: pode conter spoiler.

Tenho muito coisa pra falar desse livro. Antes de tudo gostaria de destacar dois pontos, para não parecer que estou sendo muito imparcial.
  Primeiro, eu não gosto de livros de romance, claro tem algum exceções (Nicholas Sparks...) e também não sou muito fã de livros brasileiros, mas isso se deve ao simples fato de não ter tanto acesso aos bons escritores, felizmente tive acesso a Pedro Bandeira, para me fazer repensar.
Já esclarecido estes dois fatos, A marca de uma lágrima, foi uma grata surpresa para mim, por que mesmo sendo um romance "água com açúcar"  e tendo um escritor brasileiro, o livro é realmente fascinante. É um daqueles livros "fofinhos" que deixamos na cabeceira da cama pra sempre reler, depois de livros longos e cansativos.
 O livro é bem curtinho, tem só 176 páginas (parece muito, mas não é), de uma narração leve, mas sem deixar de ser bem elaborada. Na verdade é uma narração bem típica de Pedro Bandeira, quem já leu outros livros dele como os da série Karas, vem entender bem o que estou falando... O mistério, e o jeito envolvente de narrar as cenas, e como ele consegue de modo quase mágico fazer você se apaixonar por seus livros.
  A história dar-se início quando Isabel é beijada durante uma festa por alguém que ela acredita ser seu primo, Cristiano, depois disso ela mergulha numa grande paixão arrebatadora, que ela  descobre não ser correspondida, e o pior... que sua grande amiga Rosana e seu grande amor se amam. A partir daí você pensa que é mais um daqueles clichês, cheio de cenas de indecisão e triângulos amorosos... e você decide continuar a ler sem nenhum comprometimento, e ver Isabel conseguindo não um amor, como ela queria, mas a amizade de Fernando, um menino que pra mim é super fofo, mas que pra Isabel é um baita pedra no sapato, que não para de segui-la em todo canto. Aí, você continua lendo e ver a pobre menina se envolvendo numa loucura, depois de sua amiga pedir para que ela, uma ótima escritora, escrevesse poemas de amor para Cristiano em seu nome (de Rosana), obviamente Isabel se aproveita disso para desabafar seu amor por seu príncipe encantado, tudo complica mais uma pouquinho ainda, quando seu primo a pede para faze o mesmo, só que pra Rosana. E aí... quando você acha que não pode mais acontecer nada ... um mistério. A diretora de sua escola se suicida, no entanto Isabel viu uma cena muito suspeita, que a faz acreditar que na verdade tenha sido uma assassinato. Mas quem mataria um diretora gordinha e inofensiva? Pra saber você tem que ler.
  Isabel é um daqueles personagens que grudam na sua mente, e que apesar de tudo não tem nada especial.  Ela uma garota com problemas em lidar com sua aparência, que se acha feia, e vive se comparando a melhor amiga Rosana. É também uma garota forte, que sempre tem uma boa resposta para tudo, mas que quando avançamos na leitura percebemos que essa "força" é na verdade um meio de esconder uma garota sensível e que se magoa facilmente. 
   Quando li o livro pela primeira vez, li sem nenhuma pretensão. Tinham me avisado que o fim ia ser surpreendente. Pra muitos realmente foi, entretanto, não sei se porque leio muito ou se porque assisto muita TV, sei lá, só sei que na verdade, eu já esperava. Mas obviamente diante de todos os meu comentários entusiasmados, você deve imaginar que isso não alterou em nada minha opinião do livro: Ele é muito bom! E se você gosta de poemas, vai gostar ainda mais, o livro está repleto deles.
 Recomendado, sem dúvida.
  



Para Você, leitor: mais uma tag! Essa eu fui indicada pelo blog Café com Leituras, da Neriana Rocha. Desde já gostaria de agradecer pela gentileza e por mais uma tag divertida.

Vamos as regras...

  •  Postar o selo e dizer quem te presenteou;
  • Dizer sete coisas sobre você;
  • Presentear 15 blogs.

7 coisas sobre A.V Scarlet

  1. A.V Scarlet, obviamente é um pseudônimo que eu e minha irmã inventamos para nos apresentar nesse blog. O fato interessante: Nós somos gêmeas! É, é isso mesmo...
  2. Precisamos urgentemente de um estante. (Meus, quero dizer, nossos livros estão no chão... Isso é um absurdo!)
  3. Nós dançamos ballet. *-*
  4. Já lemos a bíblia inteira 5 vezes, e indo em direção a 6ª.
  5. Somos boas em matemática, fizemos alguns meses de faculdade de Engenharia, mas desistimos, porque, queríamos fazer jornalismo ou dança. 
  6. Escrevemos o tempo todo. Peças e livros. Nenhum publicado... ainda.... rsrs
  7. Não gostávamos de internet, até se apaixonar pela blogosfera e começar a fazer um curso de web designer. (ainda no início)

Blogs Indicados

Quinze blogs são muitos! Mais aí vai os blog que gosto muito.


Acho que é só... Até mais e espero que tenham gostado.


Você, leitor... Quais são os seus pecados de leitura, hein?
Vim aqui para responder essa tag divertidíssima que fui indicada pela Val Medrado do blog Lendo, Imaginando, vendo e descobrindo.

Regrinhas:
  • Linkar o blog que te indicou
  • Responder as perguntas
  • E indicar quantos blog você quiser
Vamos lá?

Gula: Qual livro você devorou rapidinho? E que sempre relê?
A marca de uma lágrima, de Pedro Bandeira. É tão lindo... Já tô com vontade de ler de novo!

Ganancia: Qual o seu livro mais caro e também o mais barato?
O mais caro, foi Guerra dos Tronos, de George R.R Martin, mas valeu cada centavo. O mais barato foi Alice no País das Maravilhas, o livro de bolso, precisava ter esse livro na minha coleção (super fã!)

Preguiça: Qual o livro você começou a ler, mas sempre deixa como segunda opção?
Assansin's Creed, acho que para os fãs do jogo ficou mais fácil de ler... Enfim, consegui ler depois de muito tempo na minha estante.

Ira: Com qual autor você tem uma relação de amor e ódio?
Acho que nenhum. Ou eu gosto, ou não.

Orgulho: Qual o livro da sua estante você mais se orgulha de falar sobre?
Peter Pan, de J.M Barrie. Sou fã de livros infantis clássicos e ter Peter na minha coleção, me deixa muito feliz.


Luxúria: Qual o maior gasto que já cometeu? (pode ser em valor ou em quantidade de livros)
Eu não lembro quanto, mas certamente foi o que mais já gastei. Foi numa bienal do livro, eu me empolguei demais e acabei sem dinheiro pro almoço... como é que dizem, mesmo? Passe fome, mais tenha uma biblioteca. 

Inveja: Qual o livro você sempre vê por aí, todo mundo tem e você deseja ardentemente?
Já foi Guerra dos Tronos, hoje costuma ser O Senhor dos Anéis ou aqueles lançamentos que só consigo depois que todo mundo já leu.

Blogs Indicados





Sinopse:
O que você faria se descobrisse que todo o mundo que conhece deixasse de existir da noite para o dia?
 Ao voltar de uma semana de acampamento, Ellie e seus amigos descobrem que a cidade em que viviam foi invadida por um inimigo desconhecido. Suas famílias foram aprisionadas e uma guerra está acontecendo em seu país.  Agora, eles estão sozinhos em uma cidade sitiada, lutando para descobrir o que aconteceu com seu país e tentando sobreviver.
  Amanhã é história de uma aventura extraordinária em tempos extraordinários, em que esconderijos, explosões e fugas passam a fazer parte da rotina desse grupo de amigos. Sozinhos e sem ter para onde ir, Ellie e seus amigos vão precisar de toda a coragem e ousadia para sobreviver. 

obs.: pode conter spoiler.


 Sinceramente não sei por onde começar. Comprei o livro por que amei a capa, sabe aquele ditado “não se julga um livro pela capa”, pois é infelizmente eu não acredito nele, na teoria, é verdade, mas não se pode ignorar o fato que geralmente livros bons, têm capas boas. (veja que geralmente está bem marcado, e geralmente não quer dizer sempre). Claro que sempre olho o resumo atrás e leio pelo menos o primeiro parágrafo, fiz o mesmo com Amanhã, e me surpreendi. 
 Quando li quis comprar imediatamente.
 Já tinha lido outros livros da Editora Fundamento, que tem capas muito bem elaboradas (diga-se de passagem), mas as histórias costumavam ser apenas para passar o tempo, e esperava que Amanhã também fosse assim. Mas quando li o resumo, realmente achei que valia a penas ler o livro. Para alguns o início pode parecer um pouco chato, mas acredite, o livro realmente melhora.
A narração é na primeira pessoa e é bem diferente do que estava acostumada a ler, não é ruim, apenas diferente. Em poucas palavras a narração pode ser descrevida como convincente. Você realmente consegue imaginar o que a personagem está passando e sentindo, o que contribui para passar a mensagem de guerra, é tão natural que você realmente consegue imaginar que aquela situação poderia ser possível e que aqueles personagens poderiam ser você mesmo.
  Quanto aos personagens... eles são muito bons.  Não falo só de um, falo de todos. Cada um parece ter uma personalidade original, não é difícil você ler e se identificar com um ou até mais de um personagem. Como o livro é basicamente um diário escrito pela  protagonista Ellie, nós, leitores, somos levados a vários momentos hilários e também a momentos de tristeza, já que muitas vezes Ellie deixa claro suas opiniões e sentimentos em relação aos outros personagens, e a medida que vamos lendo vamos nos afeiçoando a cada um deles de modo diferente. O fato de Ellie ser durona e por vezes irônica, fez com que ela chegasse ao topo de meus personagens preferidos (junto com mais alguns... é claro.), ela é bem fora do habitual, de um modo que nunca tinha visto em um livro.
 Quanto à história, ela é perfeita.  Não é um daqueles livros que a gente sabe que vai ficar pra história, mas quando falo que o enredo é perfeito quero dizer que ele é completo, tem ação, aventura, romance, comédia e até drama, e sem parecer forçado.  Mais de uma vez parei para refletir o que eu faria no lugar deles, que tiveram que entrar numa guerra e até matar para viver, a história levanta dúvidas frequentes que todo mundo se faria numa situação dessas.
 Apenas uma ressalva: O que me chateou muito foi ler o livro inteiro esperando respostas, mas o final chega sem solução para algumas coisas, nada que diminua a qualidade do livro, é tanto que ao terminar a primeira coisa que se pensa é ler o próximo.

  Enfim, amei. Recomendo muitíssimo!