Constantine 
Série de TV criada por:  David S. Goyer e Daniel Cerone
Elenco: Matt Ryan, como John Constantine
Estréia: 07/11/2014 no canal Space
Hellblazer 
Criado por: Alan Moore, Steve Bissette e Totleben John
Editora: Vertigo, selo da DC Comics





Sexta-feira, dia 07/11, estreou no canal Space a série de TV Constantine. Ela é baseada nos gibis Hellblazer (usando a tradução livre, quer dizer um explorador do inferno), da Vertigo, um selo de publicação da DC Comics, onde o personagem principal é John Constantine, um exorcista, ocultista e mago, extremamente arrogante, inconsequente e hábil em enganar os outros para conseguir atingir seus objetivos.


Em 1985, os desenhistas Steve Bissette e Totleben John, responsáveis pela revista Monstro do Pântano, pediram a Alan Moore para criar um personagem secundário com a aparência do cantor Sting. Assim nasceu Constantine, que fez a estreia no número 37 do gibi. Um ano mais tarde, devido à imensa popularidade que o personagem atingiu, ganhou sua própria revista, Hellblazer.


O destino de Constantine começa a se formar quando chega à cidade de Newcastle, na Inglaterra, e tenta salvar Astra Logue, uma menina que fez surgir um demônio devido aos abusos que sofria nas mãos do pai. Para isso, John invoca um outro demônio, Sagatana, mas o ritual dá errado e quem vem é Nergal, um demônio muito mais poderoso. Mesmo não sendo controlado por John, uma vez que para isso este teria que ter usado o nome certo do invocado para ter poder sobre ele, Nergal derrota facilmente o demônio de Astra. Mas Nergal não fez isso por bondade. Seu plano era outro. Ele leva John e Astra para o Inferno!


John consegue fugir do Inferno rapidamente, mas não consegue trazer Astra junto. A culpa e o que viu no Inferno, custam a John uma parte de sua sanidade. Ele se tranca em um manicômio para tentar manter a mente coesa. A série de TV começa nesse ponto, com John desistindo de ficar no manicômio devido à aproximação de uma nova ameaça contra uma outra garota.


O ator Matt Ryan está convincente no papel de Constantine e as roupas que usa são praticamente iguais. Falta apenas o permanente cigarro e o ambiente fantasmagórico característico da Inglaterra, uma vez que a série é passada nos EUA.


Ela também parece seguir a linha de uma ameaça por episódio, com um plano maior de fundo, que deve se estender por toda a temporada. Como está no começo, não consegui decidir se ela usará outros elementos do gibi, nem se aparecerão personagens famosos, como o próprio Monstro do Pântano, Sandaman, entre muitos outros. Acredito que isso deverá acontecer, uma vez que já no primeiro episódio é mostrado o elmo do Sr. Destino.


Além da série, existiu o filme de 2005 estrelado por Keanu Reeves. Embora o roteiro tenha sido baseado nas histórias de Jamie Delano e Garth Ennis, dois dos melhores escritores de Hellblazer, foram feitas modificações que não agradaram os fãs. Isso sem contar que Reeves não tinha fisicamente nada de semelhante com o personagem. E nem na interpretação.


Para quem não conhece os gibis, a editora Panini tem uma série mensal sobre Constantine que merece ser acompanhada. Corra até a banca mais próxima e procure o seu exemplar. Para os amantes do gênero, Hellblazer é imperdível!


Trailer Série


Trailer Filme








Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 (The Hunger Games: Monckingjay - Part 1)EUA, 2014
Duração: 123 min.
Direção: Francis Lawrence;
Roteiro: Danny Strong, Peter Craig (adaptado do livro de Suzanne Collins)
Elenco: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Donald Sutherland, Philip Seymour Hoffman, Julianne Moore, Willow Shields, Sam Claflin, Elizabeth Banks, Jena Malone, Stanley Tucci, Natalie Dormer, Elden Henson, Sam Clafin




  A saga Jogos Vorazes costuma me surpreender. No primeiro filme da franquia não esperava muito, e apesar de ser, entre os três, o mais fraco e ter uma pegada mais teen, fui surpreendida por um conteúdo que era pouco comum a esse universo: uma filme crítico, ainda que sutil, que nos fazia pensar. Em Chamas, com a mudança do diretor, ultrapassou os limites e nos trouxe um filme menos focado em agradar e mais focado no que a história tinha para nos oferecer, e o que nós vimos foi uma evolução surpreendente, um filme mais maduro, com atuações mais fortes, e roteiro mais conciso. E então quando achávamos que não podia melhorar, fomos presenteados com A Esperança - parte 1.



 O filme certamente não irá agradar a todos. Mas os fãs devem sair agraciados com uma adaptação genial e com expectativa pelo próximo. Recheado de cenas tensas e dramáticas, esta sequência traz uma Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) cheia de inseguranças e paralisada pelos traumas que sofreu durante os Jogos Vorazes, ao mesmo tempo em que precisa se manter forte, e escolher se deve ou não se tornar o símbolo da Revolução.



  Ao contrário dos outros filmes não vemos mais aquelas cores vibrantes e roupas exageradas, principais característica da Capital, mas as roupas monótonas da resistência. Também não vemos mais aquelas cenas de ação, por isso não espere por elas. O filme  foca unicamente no psicológico dos personagens e prepara o caminho para a parte 2. Mas a maior mudança fica por conta do ritmo. De certa forma, esperei que isso fosse acontecer. O próprio livro tinha um ritmo lento e com poucas cenas de ação, a divisão em duas partes só tornou isso mais evidente. Talvez seja esse o único ponto realmente negativo do filme.

  As aparições de grande parte dos personagens, incluindo Haymitch( Woody Harrelson) e Effie(Elizabeth Banks), ficaram bastante reduzidas. Apesar disso o clima que perdura durante as quase duas horas, são suficientes para que cada uma se destaque ainda mais do que nos outros filmes da franquia. A Jennifer Lawrence fez sem dúvida sua melhor atuação da saga, o Josh Hutcherson surpreendeu na pele de um Peeta transtornado e as poucas cenas com Elizabeth Banks foram suficientes para uma boa descontração.



 Um ponto positivo do filme são os conflitos políticos entre a Presidente Coin (Julianne Moore) e o Presidente Snow (Donald Sutherland). É interessante ver esse jogo de manipulações, e  o modo como eles se utilizam da mídia para influenciar as pessoas.
  Embora o clima lento, como já dito, possa não agradar a todos, considero este o melhor entre os três filmes da franquia. Uma adaptação boa. Com mais espaço para atuações. Com cenário denso e propício para uma guerra. Como leitora, posso dizer, que foi o que mais fez jus a obra da Suzanne Collins.





Prezados, tudo bem?


Hoje (20/11/2014), me deparei com um trailer fantástico.  E não poderia deixar de vir compartilhar com vocês.

Não sei se a noticia ainda é novidade para vocês (para mim é muita novidade), mas aqui vai:

Cinderela!



Com estreia no cinema programada para Março de 2015, Cinderela da sequencia aos planos da Disney de recriar no cinema todas as suas fábulas.

Você conhece a história de Cinderela?

“Cinderela é a única filha de um fidalgo enviuvado. Quando o fidalgo morre, Cinderela é deixada sob os cuidados de sua madrasta, Madame Tremaine. A madrasta, ao invés de cuidá-la como fosse sua própria filha, faz de Cinderela uma criada em sua própria casa. Suas próprias filhas, Anastásia e Drizella, por sua vez, são tratadas com todo o mimo e o luxo. Os anos passam e Cinderela se torna uma jovem bela e bondosa, mas ainda é subjugada pela madrasta e suas filhas. Seus únicos amigos são os animais: os ratinhos e os passarinhos, além do cachorro Bruno e um cavalo, Major. Porém, um dia, uma coisa boa acontece à Cinderela: a família é convidada para um baile no palácio. O Rei está preocupado com o futuro do príncipe e ordenou que todas as jovens solteiras comparecessem, para que o filho escolha sua noiva dentre elas”.

Bom, Cinderela como todas as moças solteiras, vai querer ir ao tal baile e, é aí que os problemas da nossa heroína “disneylandiana” (acabei de inventar essa palavra), aumentam.

Agora, é só esperar o filme e ver o que acontece, ok?

O filme, pelo trailer, que você pode conferir aqui, esta prometendo momentos de muita diversão, aventura, ação e romance. Aproveitem e dê uma olhada nesse teaser.

Continuando...

Nos últimos anos, a Disney fez um esforço para mostrar nas telas heroínas que são fortes, independentes e de personalidade, como acontece em Valente, Frozen e Malévola.
Cinderela não será diferente como diz o diretor Kenneth Branagh:
Acho que ela é inquestionavelmente forte. Nossa Cinderela é romântica, claro, e poética. Ela é definida pelo tipo de amor e alegria que seus pais vivenciaram e que ela gostaria de ter, mas também de compartilhar. Ela tem um coração muito generoso, olha para os outros com compaixão. E tem um tipo diferente de rebeldia, se rebela de uma forma própria, é uma resistência não-violenta. Ela é engraçada, irreverente, bobinha às vezes, mas não simplória.”




Quem viverá a Ciderela no cinema é Lily James
  





Cate Blanchett vive a madrasta má.




Helena Bonham Carter interpreta a fada madrinha.


Richard Madden é o príncipe encantado.


Bom, eu, nos altos dos meus 37 anos, estou ansioso pela estreia do filme. Confesso que gosto desses contos de fábulas, ainda há uma criança em mim.

Bom, pessoal, beijos e abraços, até a próxima. 



   Prezados (as), como vão?

Estou iniciando como colaborador do blog  My Little Wonderland e comentarei sobre filmes.
 

Bom, vou me apresentar: Meu nome é Daniel, tenho 37 anos e faço faculdade de direito.
Sempre gostei muito de filmes e livros e quando não é um é outro.
 

Aqui, irei apresentar comentários sobre filmes que vocês conhecem e outros que (talvez) não. Filmes novos e antigos. Desta década e de outras e, ainda, darei minha impressão sobre os filmes que virão. 

 A minha ideia inicial é fazer uma viagem no tempo e buscar nos anos 80 (época que aprendi a gostar de cinema), filmes que fizeram sucesso entre crianças, adolescentes e adultos da época. E, ainda, mostrar de onde saíram atores e atrizes consagrados dos dias de hoje.
 

Vejam como exemplo Jhonny Depp.
Você sabia que sua estreia no cinema foi no filme a Hora do Pesadelo (1984)?
Que ele era um conquistador barato e bagunceiro em Férias do barulho (1985)?
E era um anjo da lei, na série Anjos da Lei (1987)?
Que Jhonny protagonizou um musical chamado Cry Baby (1990)?
 

Ou ainda Tom Hanks.
Trilha de corpos (1980) – Inicio de carreira no cinema.
Splash - Uma Sereia em Minha Vida (1984) – Apaixonado por uma sereia.
Um dia a casa Cai (1986) – Literalmente a casa caiu
Quero ser Grande (1988) – Clássico – depois de desejar ser grande, ficou grande.
 

Você percebeu que o sucesso deles iniciou-se nos anos 80? De lá pra cá isso foi só crescendo e, no caso desses dois, o sucesso veio estrondosamente. São premiadíssimos.

 Fiquem tranquilos: vou falar dos filmes atuais também. Não vou ficar preso a maquina do tempo.
Mas, para falar de filmes com vocês eu preciso buscar minhas raízes. Há muita coisa que ficou para trás que você poderia amar ou odiar. Mas, sinceramente? Eu acho que você iria adorar.
 

Bom, há filmes que eu quero dar um destaque especial e para esses viram publicações individuais, mas, na próxima publicação que quero apresentar para vocês dez filmes entre 1980 á 1989 que fizeram enorme sucesso 


Beijos e Abraços.



Os Companheiros do Crepúsculo

Título Original: Les Compagnons du Crépuscule
Autor: François Bourgeon
Editora: Nemo
Formato: 24x32 cm
Acabamento: Capa dura
Páginas: 240
Preço: R$ 94,00












Passada durante a Guerra dos 100 anos, na Idade Média, a história narra as aventuras de Mariotte, uma jovem e bela camponesa hostilizada pelos habitantes de sua vila por ela ser criada pela avó, que todos suspeitam ser uma bruxa; o Cavaleiro, um homem de rosto tão deformado quanto sua alma pelo erro que cometeu e que custou a vida da mulher que amava; e de Anicet, um jovem morador da mesma vila de Mariotte e que infermizava a vida da moça a ponto de ela o odiar.


Os Companheiros do Crepúsculo é considerado um dos melhores álbuns de quadrinhos de todos os tempos e é uma leitura essencial para qualquer amante dos quadrinhos. Não apenas pela história, que mistura fantasia com acontecimentos normais para a época, mas também pelo erotismo, pela caracterização histórica, pelos detalhes dos cenários e objetos de cada quadrinho, pela qualidade dos desenhos e das cores, frias como o coração da maioria dos personagens. Sim, porque a crueldade está tão presente quanto a delicadeza, talvez até em maior quantidade.


Certos trechos são difíceis de ler e olhar. Ao contrário de um livro, não podemos imaginar determinado trecho com um aspecto menos repugnante do que o autor transmite. Os desenhos de Bourgeon deixam bem claro o que as palavras poderiam deixar passar. Aí você tem que olhar para o lado para seu estômago não revirar. O pior é que, se você pesquisar os anos em que a história se passa, ficará ainda mais chocado ao constatar que era exatamente assim que as pessoas viviam.


A edição lançada pela editora Nemo reúne os quatro álbuns lançados durante 1984 e 1991: O Sortilégio do Bosque das Brumas, Os Olhos de Estranho da Cidade Glauca e O Último Canto das Malaterre. O que existe de comum entre eles, além de Mariotte, o Cavaleiro e Anicet, é a linearidade da história que se confunde com acontecimentos passados, aventuras fantasiosas que são confundidas com sonhos, inimigos mortais sem qualquer pudor em matar e molestar, inocentes feridos e mortos entre ações desmedidas, às vezes pelos próprios personagens principais, e muito suspense e medo.


Cada quadrinho deve ser apreciado com cautela, porque os detalhes são muitos. Não leia como se fosse um gibi de heróis, do contrário vai ser perder na sequência de eventos e deixar passar as mensagens escondidas nos cantos de linhas retas.


Mariotte, o Cavaleiro e Anicet são personagens complexos e, às vezes, difíceis de interpretar. É clara a diferença de personalidade entre eles. É fácil se apaixonar pela jovialidade, imoralidade e inconsequência de Mariotte; pelo amor e sofrimento do Cavaleiro aos seus erros e à vontade inquebrável de vingar o mal que fez com que ele cometesse o ato vil que definiu seu destino; odiar e compreender a constante luta de Anicet para sobreviver no meio da aventura, sem se importar com os dois companheiros ou com qualquer outra pessoa. E, por isso mesmo, quando fica claro logo no início do livro que eles vivem durante uma guerra que não poupa ninguém e que enfrentam perigos que se escondem atrás de sorrisos e cumprimentos de mão, tememos durante as 240 páginas do álbum a sorte que os espera.




Boyhood 
Direção e Roteiro:  Richard Linklater
Elenco: Ellar Coltrane, como Mason
              Lorelei Linklater, como Samantha
              Patricia Arquette, como a mãe
              Ethan Hawke, como o pai
Estréia: 2014










  A vida de cada pessoa é formada por intervalos entre pequenos dramas. É através desses momentos, às vezes alegres, outras vezes tristes, que definimos o que somos e o que seremos. Normalmente, são acontecimentos simples, como aquele garoto(a) que não olha para você de jeito nenhum, mas que você deseja tanto; o corte de cabelo que você pensa que deixou sua aparência horrível, mas que quando é elogiado, você esquece a vergonha; uma briga entre seus pais por motivos de dinheiro ou algum outro problema que você pensa que entende, mas não compreende; a prova que terá no dia seguinte e que pensa que não estudou o suficiente para tirar boa nota, e assim por diante. 

Para quem está fora de seu círculo familiar, ou de amizades, todas essas coisas podem parecer corriqueiras, sem importância, mas, para você, é o que deixa marcas para sempre.

Assim é Boyhood, o filme que Richard Linklater escreveu e dirigiu durante 12 anos. 

Sim, você não leu errado! 

Durante 12 anos, de 2002 a 2013, Linklater reuniu seu equipe e atores por 3 ou 4 dias e filmou uma parte da história que imaginou. Podemos acompanhar a vida de Mason, iniciando quando ele tinha 6 anos de idade e entrou para a escola, até seus 18 anos, quando vai para a faculdade. E de sua irmã, Samantha, e de seus pais.






  Colocando de lado a história, é espetacular acompanhar as mudanças físicas dos atores principais. Vemos Ethan Hawke, como o pai dos dois garotos, ganhar cabelos brancos e rugas; vemos Patricia Arquette magra, gorda, magra de novo; e vemos Ellar Coltrane e Lorelei linklater (filha do diretor) crescerem, mudarem de penteados, de comportamentos, suas feições ganharem novos contornos, mas manterem os mesmos trejeitos, que se tornam familiares durante a projeção.




   Como disse no início deste texto, o que vemos em tela é uma reunião de acontecimentos corriqueiros que se unem e moldam o que os personagens se tornam através dos anos. Não acontece nada de espetacular, ou marcante, para quem assiste, mas é fácil perceber como esses acontecimentos são importantes para quem os vive. A identificação com aquilo que nós mesmo enfrentamos em nosso mundo particular é imediata, porque também somos formados por momentos similares ao que vemos na tela.






 Boyhood pode ser analisado de diferentes perspectivas e poderia dissertar sobre ele por páginas. Mas vale sentir a experiência das vidas que correm na sua frente durante os 165 minutos de filme.






 Cada ano que passa é identificado pelo que os personagens usam, como videogames, músicas, roupas, programas que assistem, filmes, livros, opiniões políticas, enfim, aquilo com que estamos acostumados. 




  Também é possível traçar uma linha paralela identificando as diferenças entre a sociedade americana e a brasileira. Temos um meio de vida tão diferente e, ao mesmo tempo, tão parecido. No fundo, são os mesmos problemas, mas com roupagem diferente.




  As escolhas que os personagens fazem durante esses 12 anos, principalmente as erradas, são tão críveis, tão comuns, que muitos conseguirão se visualizar como se estivessem olhando para um reflexo no espelho. E é essa simplicidade que torna o filme magnífico.




 Essa cumplicidade é evidenciada por Mason nos últimos segundos do filme, quando ele dá uma olhada rápida, quase imperceptível, diretamente para a câmera, olhando para quem assiste ao filme, e você, nesse momento, se o olhar de volta, sabe o que ele está querendo transmitir: que você é o ator principal de seu próprio filme.






Trailer



--------------------   -----------------------   ----------------------   ---------------------  ---------------------------- 

 E aí vocês curtiram o post? Não sei se deu para notar, mas não foi nem eu, nem Mar que publicamos. Queremos apresentar a vocês...
(suspense)
....
CARLOS!
 Vocês vão ver muito ele por aqui, porque ele vai ser colunista do MLW. Tá ou não tá aprovado? rsrsrs

O My Little Wonderland também está participando de um projeto, então vocês verão essa imagem aqui embaixo sempre depois dos posts, ok? Se quiser saber mais só apertar nela.