Hello, my littles! É com muita alegria que anunciamos que a Thais Lopes é a mais nova autora parceira do MLW. Conhecemos as obras delas ainda essa semana e ficamos eufóricas para ler. Entramos em contanto com autora e ele foi super simpática, e olha só que coincidência essa semana é Semana Especial de Divulgação de Sentinela, seu mais novo livro. Por causa de uns imprevistos não conseguiu liberar o post mais cedo, mas o que vale é a intenção  né?
  Então, vamos conhecer mais um pouco sobre a Thais?



Meu nome é Thais Lopes, mineira de 24 anos. Cresci entre livros e histórias fantásticas. Desde criança tomei gosto por criar histórias, e este é um vício que nunca me abandonou. Uma coisa que nunca falta na minha bolsa/mochila? Papel e caneta. Sempre. Outra constante é a música. Sabe aquela pessoa louca no ponto de ônibus cantarolando como se não tivesse ninguém por perto? Oi, muito prazer. O resultado disso tudo é algo que costumo chamar de um pequeno problema de excesso de criatividade. Tenho mais personagens e histórias na cabeça do que acho que vou conseguir passar para o papel, e mundos (e seres) fantásticos são a minha paixão.

    Vamos conhecer um pouco agora sobre O Ciclo da Morte, em breve resenha!


Um anúncio de aluguel faz com que Lucio, um vampiro caçado pelo primogênito de sua raça, conheça Kelene. Mas ela não é apenas uma jovem humana, da mesma forma que Lucio não é um vampiro qualquer.
O que Kelene não imaginava era que Lucio estivesse ligado a uma figura de seu passado, e que uma armadilha antiga estivesse de volta.
O que Lucio não esperava era que Kelene fosse a arma que precisavam para destruí-lo, ele que estava além da própria Morte.
Quando a verdade começa a vir à tona, não há como fugir. As respostas estão no passado, entre as memórias proibidas de Lucio e os segredos que transformaram Kelene no que ela é. Mas o que alguém pode fazer quando a própria Morte está ameaçada?



Agora que já apresentei a autora e O Ciclo da Morte, conheçam a série Crônicas de Táiran.

Crônicas de Táiran - Os Guardiões

 

   1. Sentinela
   2. Vigilante
   3. Protetora
   4. Guardiã

Muito tempo atrás, além da memória das lendas, uma família assumiu a missão de manter, se não a paz, no mínimo a estabilidade entre os povos de Ionessen. Um mundo marcado por guerras e conflitos contínuos, onde a magia é comum, e a tecnologia é controlada. Onde erros do passado não são esquecidos, e as consequências podem demorar séculos para serem vistas. Estas são as histórias dos descendentes de Táiran.
Os livros deste quarteto são independentes, cada um deles focando em um casal de protagonistas e no seu papel na história deste mundo.


 Sentinela – Thais Lopes


Desde sua criação, ninguém atravessara os portões do Reino C'erit. Ninguém sabia o que acontecia por trás deles, ou qual havia sido o destino das pessoas que, tempos atrás, haviam se isolado ali para construir um novo lar. Por isto, até mesmo os Guardiões se surpreendem com a chegada de uma mensagem.
Quando a Arqui-Guardiã Aíla é enviada em resposta ao chamado, ela não faz ideia do que vai encontrar. Mas nem mesmo uma vida inteira na cidade-fortaleza dos Guardiões poderia prepará-la para o que precisará enfrentar: traição, uma nova ameaça à Ordem, e um homem capaz de abalá-la.





Sentinela, é o primeiro livro do quarteto, e sua continuação, Vigilante, já tem sinopse.


Vigilante – Thais Lopes


A mercenária Ezi aprendeu cedo que precisava se esconder se quisesse sobreviver. E, acima de tudo, não podia deixar que os Guardiões soubessem quem era, ou do que era capaz. Mas uma única batalha tinha destruído anos de cuidado. Agora era apenas uma questão de tempo até que a Ordem mandasse alguém atrás dela, como haviam feito com seus pais...
Mas ela não sabe o que pensar quando o Arqui-Guardião Ziderrenoh chega na vila onde mora trazendo um aviso enigmático. Depois de anos se escondendo, Ezi precisa decidir o que é mais importante: sobreviver ou assumir sua herança, mesmo que isto coloque sua vida em risco.


Incrível, não acham? Já li O Ciclo da Morte (sim, sou rápida) e já posso antecipar para vocês que é muito bom! Não espero nada menos de Sentinela. Fiquem de olho que essa série promete!


Titulo:Eleanor e Park
Autor: Rainbow Rowell
Editora: Novo Século
Compre:  Submarino |  Saraiva

Sinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.






  Em vez de resenha eu poderia escrever "os [10] motivos pelo qual você deve ler Eleanor e Park". Procurei pelo livro para ler alguma coisinha mais leve e fofinha, mas acabou que o romance escrito Rainbow Rowell superou todas as minhas expectativas e me conquistou de vez,
  Esse livros juvenis convenhamos que embora legais de ler são recheados de clichês, e clichê é algo que não encontramos em Eleanor e Park. Então a palavra que mais se aplica a esse livro é diferente, porque aqui você não encontrará uma garota loira de olhos azuis que se paixona pelo garoto popular da escola.
  Eleanor não tem exatamente o "corpo ideal", seus cabelos ruivos são rebeldes, sem falar na aparente predileção da menina por roupas grandes e folgadas, e por que não dizer também, esfarrapadas. Obviamente, ela não costuma chamar muito atenção, pelo menos não a atenção certa. As pessoas só a veem como gorda e esquisita da escola. E como se não bastasse, em casa, a situação da Eleanor também não é nada tranquila.

 E se vestia como se... como se quisesse que as pessoas ficassem olhando. Como se não sacasse que estava um desastre completo.

  Park tem descendência coreana e uma família organizada e feliz, e mesmo que seu pai não goste muito do filho se interessar mais por música do que pelos esportes, sua vida é infinitamente mais ajustada do que a da Eleanor. Enfim, eles não tem nada em comum, ou pelo menos parece que eles não tem nada em comum.
  O livro é composto por capítulos pequenos, alternando o ponto de vista da Eleanor e do Park, então aos poucos podemos ver a evolução dos sentimentos deles.

 O fato era que todo mundo que andava no ônibus já tinha seu lugar definido, escolhido no primeiro dia de aula. Quem teve a sorte de ficar com um banco inteiro só para si – caso do Park – não ia querer perdê-lo. Principalmente por causa de uma pessoa dessas.

 No início Park a via exatamente como os outros: como um peso morto. Park não a queria sentada ao seu lado no ônibus da escola, atraía olhares indesejados e ele estava muito satisfeito com sua posição social, não era popular, mas o suficiente para que ninguém o incomodasse. Eleanor mudava isso.
  Eles não se falavam, não se olhavam e nem se gostavam. Mas aí ele percebe Eleanor espiando as páginas das suas HQ's quando lia dentro do ônibus.

  Park então começa a demorar-se mais nas páginas para que ela tenha tempo de ler tudo.
  Park então começa a inclinar as HQ's na direção de Eleanor.
  Park então começa a emprestar as HQ's.
  Park e Eleanor então trocam algumas palavras...

Quando Park entrou no ônibus, deixou os gibis e a fita dos Smiths ao seu lado, para que ficassem ali, esperando por ela.

  Aos poucos eles passam de desconhecidos à amigos, e da amizade ao amor.

 Eleanor e Park é uma estória apaixonante. Linda, leve, de fácil entendimento, mas de modo algum uma história que vai passar despercebido. Não é um daqueles livros que a gente esquece facilmente,  você vai passa dias pensando nos personagens e como eles são tão reais. O amor deles não é forçado, na verdade, é como ler uma história de um amigo seu que se apaixonou, é verdadeiro.

 — Vou dar um jeito nisso.
 — Não. Deixe pra lá. Não vale a pena.
 — Você vale a pena - ele disse, ferozmente, olhando-a. — Você vale a pena.


Porque Park era o sol, e essa era a única explicação que Eleanor poderia dar.


   Além de ser um história tão cativante, o livro ainda chega a ser nostálgico, Por se passar em 1986 vemos muitos referências legais à U2, aos Beatles, a x-men... Um prato cheio!
  Um livro que vai te fazer suspirar, rir e chorar, talvez tudo isso ao mesmo tempo e quem já leu deve saber o que eu estou falando (sinceramente ainda estou tentando superar aquele fim!).  Só posso dizer que não tem como você ler e não se encantar com essa história. Se encantar com o jeito tão "príncipe" do Park e o jeito tão corajoso da "Eleanor". Se encantar com a luta deles para que tudo dê certo e para que eles sejam aceitos.
    Minha recomendação? Leiam logo!




Quando vi Gantz pela primeira vez em uma banca, reconheço que comprei apenas por causa da capa e da qualidade dos desenhos, que misturam traços à mão com computação gráfica, esta última presente, principalmente, nas paisagens e construções. E quando comecei a ler, fiquei na dúvida se não havia gasto meu dinheiro em algo que não iria ler. Isso porque o personagem principal, que é logo apresentado no primeiro volume, se chama Kei Kurono e é um garoto egoísta, inseguro, medroso, tímido, sem qualquer traço de personalidade que cative o leitor. Ele está no metrô e encontra, acidentalmente, Masaru Katou, um amigo que não via há anos. Ao invés de cumprimentá-lo, prefere fingir que não o viu. Isso até um bêbado cair nos trilhos do metrô e Katou pular atrás para ajudá-lo a sair. Nesse momento, Kurono decide ajudar. Conseguem tirar o homem, mas eles mesmos não conseguem sair e o trem passa por cima dos dois.

Não, o mangá não termina aí ;)


Eles vão parar em uma sala de um apartamento vazio em algum prédio da cidade. Nessa sala existe apenas uma grande esfera negra e mais algumas pessoas, que, aparentemente, estão tão confusas quanto eles e que também morreram. De repente a esfera começa a tocar a música de um programa de auditório, ativa uma imagem na sua superfície e abre as laterais, como se fossem gavetas, mostrando um arsenal de armas e maletas com uniformes e o nome de cada um que está na sala. Eles precisam escolher uma arma, vestir o uniforme e matar o aliem que Gantz, a esfera, está indicando. O prazo para isso é uma hora. O local onde terão que procurar a(s) criatura(s) é de 1 km em algum ponto da cidade. Se saírem dessa região, a cabeça deles explode. E enquanto realizam a caçada, eles ficam invisíveis, ou seja, ninguém que não seja um deles, ou os aliens, consegue vê-los. 

Se não obedecerem, morrem.


As armas variam de pistolas, rifles, sabres, cujas lâminas podem crescer até vários metros, até controladores de gravidade, que esmagam qualquer coisa que atingem.

Os trajes concedem uma enorme força a quem os veste, que também podem correr mais e pular mais alto. Mesmo sendo poderoso, um traje tem sua limitação. Se usado além desse limite, os orifícios que existem em alguns pontos racham e um líquido escorre. A partir daí, ele passa a ser uma roupa normal.

Durante a caçada, se alguém for ferido, independente da seriedade, podendo até perder pernas ou braços, ao final será transportado para a sala totalmente curado. Só não volta quem morre durante a caçada. E quem morre, fica no banco de dados do Gantz.


Os aliens têm grau diferente de perigo. Normalmente, Gantz mostra a foto do mais fraco da missão. E cada um tem uma pontuação diferente, relativa à forma e ao tempo que leva para ser morto. Quando os caçadores voltam para a sala, cada um recebe uma certa nota por seu desempenho e por quem ele matou. Se alguém atingir 100 pontos, pode escolher entre três opções:

- Ficar livre, mas sem qualquer memória de Gantz;
- Receber uma arma mais poderosa;
- Trazer alguém que já morreu em uma missão de volta do banco de dados do Gantz.

Quando uma missão termina, todos podem voltar para suas vidas cotidianas, inclusive com o traje junto, o que rende bons momentos de Kurono no colégio. Quando precisam voltar para o Gantz, eles ouvem o som parecido com um apito. Então, são transportados para a sala e tudo recomeça.


Com o avanço das missões, os aliens vão ficando mais poderosos e aparecem novos inimigos, como os vampiros: pessoas modificadas que possuem grande agilidade e força e que precisam de sangue para manterem essas condições. A coisa piora quando Gantz começa a mudar seu comportamento, os caçadores deixam de ficar invisíveis durante as missões, o tempo limite varia ou deixa de existir, entre outros detalhes. Até que conhecemos quem criou o Gantz, e aparecem os verdadeiros inimigos e seus planos para o planeta Terra.


Voltando ao Kurono, toda a impressão que tive dele no início foi sendo modificada conforme o personagem crescia e amadurecia. A matança é tanta e tão cruel, que ele se transforma e passa a querer salvar todos, principalmente a garota por quem se apaixona e que não faz ideia da vida que ele leva. A partir daí, ele passa a liderar as equipes, mas não por vontade própria, e sim pelo respeito que conquista através de seus atos heroicos. E quanto os vampiros descobrem que o ponto fraco dele é justamente sua namorada, vão atrás dela. 


Os 37 volumes de Gantz são cheios de reviravoltas, surpresas, ação incessante, lutas incríveis, aliens assustadores, armas legais, mortes cruéis, e tudo muito bem desenhado. E o autor não tem pena do leitor, porque ele não hesita em matar qualquer personagem, até mesmo aquele de quem o leitor virou fã. 

Ah, não desanima: lembra que comentei que o Gantz guarda no seu banco de dados todos os seus caçadores? E que se juntar 100 pontos pode trazer um deles de volta? ;)


O mangá começou a ser publicado no Japão em 2000 e foi até 2013. No Brasil, a Panini publicou todos os 37 números, sendo que o último chegou às bancas em janeiro de 2014.
Todo mangá tem seu anime, mas o de Gantz reúne apenas os primeiros volumes e que não acompanha a qualidade e nem a dinâmica do mangá. Não recomendo! L



Também existem dois filmes com atores de verdade: Gantz e Gantz Perfect Answer. Os dois foram lançados em 2011: o primeiro em janeiro, e o segundo em abril. Como o mangá ainda não havia terminado, o final é diferente, mais sombrio. Prefiro o do mangá.


Os filmes também não abordam tudo o que acontece na sua versão impressa, mas a qualidade da produção é muito boa. Os efeitos são muito bem feitos, as roupas e armas são iguais às do mangá, os aliens também e as lutas são de tirar o fôlego. Até o efeito dos trajes quando se usa sua força, com músculos surgindo, são iguais.Todos os dois filmes são imperdíveis, não só para os fãs, mas também para quem gosta de ação.


Tanto o mangá, quanto os filmes, podem ser encontrados nas lojas especializadas ou na Internet. Assim, agora que terminou de ler esta resenha, por que não vai atrás e passa algumas horas lendo ou assistindo a luta dos caçadores contra os aliens?


Trailer dos dois filmes:








Sinopse: A Verdade Se Tornará Lenda - Ambientado na cidade de Los Angeles em 2130 D.C., na atual República da América, conta a história de um rapaz – o criminoso mais procurado do país – e de uma jovem – a pupila mais promissora da República –, cujos caminhos se cruzam quando o irmão desta é assassinado e a ela cabe a tarefa de capturar o responsável pelo crime. No entanto, a verdade que os dois desvendarão se tornará uma lenda. O que outrora foi o oeste dos Estados Unidos é agora o lar da República, uma nação eternamente em guerra com seus vizinhos. Nascida em uma família de elite em um dos mais ricos setores da República, June é uma garota prodígio de 15 anos que está sendo preparada para o sucesso nos mais altos círculos militares da República. Nascido nas favelas, Day, de 15 anos, é o criminoso mais procurado do país; porém, suas motivações parecem não ser tão mal-intencionadas assim. De mundos diferentes, June e Day não têm motivos para se cruzarem – até o dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado e Day se torna o principal suspeito. Preso num grande jogo de gato e rato, Day luta pela sobrevivência da sua família, enquanto June procura vingar a morte de Metias. Mas, em uma chocante reviravolta, os dois descobrem a verdade sobre o que realmente os uniu e sobre até onde seu país irá para manter seus segredos.






   Distopias estão cada dia mais na "moda" e por mais que a gente tente não ler, vira e mexe acabamos nos esbarrando com ele, não é mesmo? Admito que tenho certa paixão por esse estilo de livro muito antes ainda de saber o que significava 'distopia' ou seja, costumo ser muito mais crítica com livros como Legend e acho que por isso ele me surpreendeu tanto, porque ultimamente nenhum livro chamou tanto minha atenção.
  Como toda distopia existem situações que obviamente já esperamos. Como governos déspotas, guerras e personagens fortes e heroicos. Tudo isso está presente em Legend, mas o que vai fazer o leitor se apaixonar pela trama e o que o diferencia das demais distopias está logo nos primeiros capítulos: Os pontos de vista.
  Ao contrário de livros como, por exemplo,  Jogos Vorazes, em que apenas vemos o lado sofrido e pobre, no livro da Marie Lu, podemos ver pelos olhos de quem vive dos dois lados.
  Primeiramente, conhecemos Day: Um garoto que tem o rosto estampado por toda cidade, um garoto malandro que vive na periferia e é o mais procurado pela República. Em seguida, conhecemos June: A provável futura "queridinha" da República e nascida na elite da cidade, esperta, sagaz, fria e calculista, todos sabem que ela tem um futuro promissor pela frente no exército. Os capítulos são narrados pelos dois, intercalando cada ponto de vista.
   E não pense que só porque June está aparentemente no lado "favorecido" da estória que vamos odiá-la. Não. Marie Lu consegue com eficiência nos mostrar como June foi criada nesse mundo e como às vezes não é tão fácil assim desconfiar de um sistema que lhe "criou" e lhe deu tudo. Como simplesmente acreditar que o menino que acabou de conhecer está mais certo do que sua família e seus amigos?
  Mas o grande destaque de Legend, sem dúvida, é Day. Logo no primeiro capitulo já estava totalmente envolvida! Day não é apenas simpático, mas é aquele tipo de herói que esperamos ver em todo tipo de livro que a gente lê. Ele é forte, destemido, e mesmo não tendo toda a técnica caprichada da June, ainda consegue fazer coisas surpreendentes.
   A história é narrada de uma forma dinâmica e rápida, mas sem deixar nenhum detalhe importante passar. Cada personagem, até mesmo os secundários acabam desenvolvendo papéis interessantes na trama toda.
  Gostei tanto, mais tanto que poderia passar horas aqui tentando te convencer a dar uma chancezinha para Legend, porque acredite, ele merece sua atenção. Um dos melhores livros que li em 2014.
 





 


 
   Feliz 2015, my littles!
 
  Este é o nosso primeiro post do ano - meio atrasado...- , mas antes de começar mais um daquelas listinhas que você já leu em todo blog nesse início de ano, quero muito agradecer a cada um de vocês, que fazem parte do MLW, por mais um ano: Aos leitores, aos blogs e editoras parceiras, aos nossos colaboradores... Amamos muito vocês!

   Infelizmente o ano que se passou não foi tão bom quando tínhamos planejado. Não dá para explicar todo o nosso 2014 em um post, mas em resumo, o começo da faculdade atrapalhou muito está atualizada seja com resenhas ou até mesmo nas leituras. E aí que entre o primeiro item na nossas metas e/ou mudanças para 2015.


  •  EM 2015 VAI SER DIFERENTE: E não, não é uma daquelas promessas vazias que fazemos todo o ano e esquecemos. Vai ser diferente de verdade. Não sei com vocês, mas nós temos um super problema em seguir horários pré-determinados. Gostamos de fazer os nossos próprios horários e por isso optamos em fazer uma facul EAD (para quem não sabe, ensino a distância), porque aí teremos mais tempo para outros projetos nossos, inclusive o blog. Então repito: 2015 vai ser diferente. ESTAREMOS ATUALIZADOS TODA SEMANA!

  • SEM GFC: Na verdade este segundo tópico já passou a valer desde o final de 2014, mas para quem não notou: não usamos mais o GFC aqui no blog. Por que? Simplesmente acho que muitas pessoas que estavam seguindo blog o faziam só para ter retribuição de volta, eu acompanhava eles e eles não me acompanhavam. Não generalizo, mas a grande maioria era assim. Optei pelo FACEBOOK, TWITTER e agora INSTAGRAM (@ml_wonderland) . Então por favor, se você ainda não nos segue nessas redes sociais, peço que nos ajude ;)

  • MAIS PROMOÇÕES: Ano passado fizemos nossas primeiras promoções e foram um sucesso! \o/ Esse ano planejamos fazer ainda mais. Fiquem ligados na FAN PAGE por que algumas novidade serão por lá.

  • MAIS HQ'S. MAIS CINEMA: Vocês já devem ter notado nossas novas colunas, e claro, nossos colunistas. O My Little Wonderland sempre falará antes de tudo de livros, que é nossa paixão. Mas abrimos espaço para falar de outras 'coisitas' que fazem parte do nosso "país das maravilhas" também. Faz um tempinho que não leio HQ's e esse ano pretendo voltar, mas o Carlos já está fazendo bonito nos posts, né? Cinema sempre fez parte do MLW mas agora ganhou de vez lugar aqui, com o Daniel. Somos cinéfilas desde sempre, esse ano vamos estar trazendo novidades desse meio também. 

  • SÉRIES: Essa tópico é mais a longo prazo, talvez lá para metade do ano, mas vamos incluir novidades e resenhas de séries aqui no MLW. 


  Bem é só isso, gente. Esperamos muito que continuem participando e interagindo com a gente, tanto por aqui como nas nossas redes sociais.

 Abraços!