" Isto não é literatura, isto é uma bobagem. É moda, vai passar. Criança deve ler tudo, o que tem vontade, o que gosta, mas eu sei que não é bom."
veja a matéria completa AQUI.


 Segundo, as palavras da autora Ruth Rocha "Harry Potter não é literatura". Bem, antes de tudo para não confundirem o que estamos fazendo aqui com uma ataque à autora, queremos dizer que a admiramos muito e suas obras foram parte importante e muito especial da nossa infância. Mas com certeza não concordamos com esta declaração, ao nosso ver, absurda.

  Não vamos falar como fã de Harry Potter ou da escritora J.K Rowling , ou mesmo das sagas famosas por aí. Falamos como blogueiras, como críticas e amantes da boa literatura. Harry Potter para nós é como os clássicos, uma boa narração, uma boa história e como enredo que marcou milhares de vidas.

O que faz uma literatura ser boa? O que a classifica como literatura?

Pessoalmente, somos muito fãs de livros que possuam críticas sociais e políticas, aqueles que te fazem pensar. Livros como Jogos Vorazes (sim, uma saga adolescente), mas claro, clássicos como, Fahrenheit 451, Os Miseráveis e Conde de Monte Cristo, e muitos outros que não podem ser citados aqui, porque assim nossos devaneios demorariam muito a chegar ao fim. Mas e os livros que não falam, aparentemente, de nada? Livros de fantasias, os romances leves e divertidos, os de ficção científica? Livros como O Senhor dos Anéis, As Crônicas de Nárnia, Peter Pan, Alice no País das Maravilhas... Mesmo que para muitos isso passe despercebido, todos eles falam alguma coisa, nos enriquece de algum modo. Como Frodo em sua persistência em levar o anel até Mordor, nos ensinando a perseverar mesmo quando nosso tamanho pode ser um problema. O crescimento de Eustáquio e Edmundo nas terras de Nárnia, deixando de ser crianças rebeldes e  tomando decisões.

  Cada pessoa tem sua opinião e seu gosto próprio de leitura. Não é necessário gostar de Harry Potter, mas dizer que a obra não é literatura é uma ofensa.  Não gostamos do modo de escrever de Stephenie Mayer nem de sua obra mais famosa, Crepúsculo, mas não nos dá o direto de desclassifica-lo como literatura. Para nós, não uma tão boa, embora outros a classificariam assim, mas ainda uma literatura, querendo eu admitir ou não.

  Nas palavras da própria Ruth " O que eu acho que é literatura é uma expressão do autor, da sua alma, das suas crenças, e cria uma coisa nova. Esta literatura com bruxas é artificial, para seguir o modismo. "

 Então, porque Harry Potter não é literatura? Acompanhem meu raciocínio: "Esta literatura com bruxas é artificial, para seguir o modismo", de fato isto poderia ser aplicado a muitos livros que se seguiram após o estrondoso sucesso de Harry Potter, mas jamais a ele próprio, uma vez que ele que deu inicio a este moda. Segundo: "O que eu acho que é literatura é uma expressão do autor, da sua alma, das suas crenças, e cria uma coisa nova". Alguém neste mundo ainda tem alguma dúvida que o universo do bruxinho foi totalmente inspirado na vida da J.K Rowling? E mesmo que não, como alguém poderia jugar se uma obra é ou não uma expressão da alma de seu autor?
 
O que me deixou espantada nesta declaração não foi simplesmente o ataque ao livro de Harry Potter, mas como, mesmo que implicitamente, isso também desqualificaria tantos outros livros, incluindo mesmo aqueles que foram publicado antes. "Esta literatura com bruxas é artificial." Imaginem só quantos livros se encaixariam nessa categoria! Todos os universos mágicos e de fantasia seriam praticamento excluídos da literatura.






  Não estamos dizendo que Ruth Rocha está completamente errada. Talvez sejamos as mais radicais quanto o que se diz a esse universo todo de sagas e modas literárias. Entendam, de fato, já não há tantos livros como os de antigamente. Únicos, pioneiros, com enrendo fascinantes e escritas que beiram a perfeição. Livros com escrita fraca e com enrendo fraco são vistos com bem mais frequência em livrarias e sim, com uma temática fantasiosa, e mais recentemente, distópica. É uma pena não podermos apreciar livros como os de antes, mas também vejo nisso oportunidade para que outros cheguem à leitura. Não conhecemos ninguém que tenha embarcado nesse universo lendo Shakespeare e Tolstói, mas muitos que começaram lendo essa "não literatura com bruxos artificiais", hoje leem. Além do mais, não dá, simplesmente para generalizar. Do mesmo modo que muitos livros nos decepcionam, outros com mesmo gênero nos surpreendem.

  Harry Potter é uma literatura de massa e também, pode-se dizer, moda. Mas realmente, voltamos a dizer, que isso não desqualifica-o como literatura. Não é bom esquecer que muitos dos livros que consideramos clássicos hoje já foram moda um dia. E quem sabe num futuro Harry Potter não seja também um deles, clássico.

 Para encerrar este nosso devaneio, citamos os grandes nomes da LITERATURA, J.RR Tolkien, C.S Lewis, George R.R Martin, Julio Verne, J.M Barrie. Lewis Carrol, Monteiro Lobato... J.K Rowling. Sim todos eles, que marcaram nossas vidas com histórias incríveis, histórias repletas de magia e de criaturas míticas, a eles que nos ensinaram a sonhar, a ler, que fizeram parte de nossas infâncias. Um grande obrigado a todos eles, por que para nós, suas obras sempre serão parte da nossa literatura.



  É com muito prazer que venho trazer uma notícia super legal: O My Little Wonderland agora é parceiro do selo Métrica, da Tribo das Letras!

Vamos conhecer mais do selo?

O Selo Métrica




Um selo criado  especialmente para o autor nacional, que deseja ter seu livro em todas as livrarias e busca um atendimento  profissional e  diferenciado.
  A Métrica foi criada com o intuito de apoiar o autor que está começando a trilhar o caminho da escrita e publicação.
  Sempre em busca de novos talentos, e com uma gama de profissionais incentivados a apoiar  o autor que está começando a trilhar o caminho da escrita e publicação.
   Nossos  profissionais estão dispostos  a trabalhar e orientá-lo para que sua obra alcance um grande público, a fim de tirá-lo do anonimato.
   E tudo isso contando com a qualidade de uma editora tradicional. Não cobramos para publicar!


Categorias

Quer publicar com a Métrica?



Saiba como a editora funciona:
O contrato com a Editora Tribo das Letras , no selo Métrica, inclui:
Capa,
Diagramação,
Revisão,
Marcador
Eventos como lançamento em livraria a sua escolha.
A Editora irá decidir se a publicação será primeiro e-book ou físico dependendo do interesse interno.


Tem interesse?



 Envie seu arquivo em pdf ou doc (word), juntamente com sinopse e um pequeno perfil sobre você
para edit.metrica@tribodasletras.com
Aos cuidados de Cristiane Spezzaferro.
O prazo para resposta é de até noventa dias.
obs.: A editora não publicam poesias e contos.





Lançamento do Selo



A editora também estará fazendo um evento/festa de lançamento do Selo Métrica e juntamente com dois livros e seus autores.

Vai ter sorteios de brindes, kits personalizados, bate papo, e claro  o mais importante a sessão de autógrafos com os autores.



Sobre o livro e o autor




Katy o Caçador de Zumbis: Uma praga desconhecida e imprevisível assombra a sobrevivência da humanidade, transformando as pessoas em criaturas macabras sedentas por carne e sangue. A cantora pop Katy, durante uma turnê na América do Sul, acaba ficando presa no Brasil após os EUA declararem o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a disseminação da praga. Enclausurada nos confins de um hotel macabro, Katy acaba sendo resgatada por Heitor, soldado das forças especiais do exército brasileiro, dando início a uma corrida pela sua sobrevivência e da própria humanidade.

G. J. Stark é um autor brasileiro e teórico dos antigos astronautas. Apaixonado por fantasia e ficção-cientifica, divide seu tempo entre o trabalho e a escrita. Gamer de nascença, atua como XBOX Ambassador nas horas vagas. Suas principais influências são os escritores Manel Loureiro, Dmitry Glukhovsky, Erich von Däniken e Michael Crichton."



Gostaram das  novidades? Então não percam o evento e não esqueçam de confirmar sua presença AQUI.


Abraços,


       

 Hey, my littles! Tudo bem com vocês? Hoje vamos responder uma tag bem legal sobre animes.  Nós fomos indicadas pelo blog Pequeno Ser Pensante, da Isabella. Vamos lá?

REGRAS:

Repassar para, no mínimo, 5 pessoas
 Colocar as regras na postagem e quem criou a TAG
                       As respostas da TAG devem ser em imagens
 Colocar o selo apenas se quiser




QUAL O PRIMEIRO ANIME QUE ASSISTIU?







Meu Deus que nostálgico! Ainda lembro a música de abertura e encerramento, não perdia um episódio sequer. Sakura Card Captor ainda é um dos meu animes preferidos e como se não bastasse a história ser super legal, ainda tinha esses figurinos fofíssimos! rsrsrs




QUAL É O SEU ANIME PREFERIDO?






Sim, Full Metal Alchemist é meu anime preferido. Acho que foi a primeira vez que fiquei tensa, ri e chorei com um programa só, falo em geral não só animes. Gosto da história, dos personagens, sinceramente faria um post inteiro só pra falar de quanto eu amo Full Metal.


SUA PERSONALIDADE É PARECIDA COM QUAL PERSONAGEM?






Essa foi difícil! Bem, acredito que é bem fácil se identificar com qualquer personagem de FMA porque eles são bem realistas. Mas Edward é de longe o personagem com quem mais me pareço. Ele é engraçado, atrapalhado, às vezes um pouco dramático ou muito infantil, mas é uma pessoas bem legal.


POR QUAL PERSONAGEM VOCÊ É APAIXONADA?








Sério? Eu poderia fazer uma lista enorme de nomes! Yue, de Sakura,; Yugi (o Faráo) de Yugi-oh!; Sasuke, de Naruto;  Shiryu, de Cavaleiros do Zodíaco (comecei a assistir por causa dele kkkk).... Mas o campeão é: Kenshin! 



COM QUAL PERSONAGEM SEU ESTILO MAIS SE PARECE?







Para os que não conhecem lhes apresento: Yukino Miyazawa, de Kare Kano. Achei bem difícil achar alguém com estilo como meu, mas a Miyazawa conseguiu isso ou que chegou mais perto! rsrsrs Quando ela tá em casa é um desleixada total, mas na rua é senhora perfeitinha. Tipo assim:




Tão eu!


QUAL ÚLTIMO ANIME QUE ASSISTIU OU ESTÁ ASSISTINDO?







     Não, não é brincadeira. O último anime que assisti foi Naruto mesmo. 




Bem essa é minha listinha, qual é sua? Não vamos indicar ninguém por que não conhecemos muito blogs com a temática, mas quem quiser fique a vontade para responder também!


Abraços!





Sinopse: Claudia Westbrook é impulsiva e passional, e está fugindo do marido: um violento e enigmático mafioso. Ela planeja um recomeço impossível, porém esperançoso na cidade pequena e de personalidade própria, New Haven, onde invade a história dos três irmãos Woodson; Patrick, James e Johnny. Deciframos parte dos enigmas apresentados através do diário da falecida matriarca da família, Beth Walker, uma poderosa mulher cujos erros lançaram sombras implacáveis sobre seus descendentes.
Charlie Walsh é um jovem que carrega um único e sangrento segredo, que alimenta sua sede de vingança e o leva a infiltrar a família Mafiosa Conicci. Suas lealdades são abaladas quando percebe que pertence ao mundo que despreza e ama seu pai, o homem que jurou destruir. Quando seu caminho cruza o da ingênua esposa de Tony, os dados estão lançados.

Livro cedido por meio de book-tour para resenha.



  Começo minha resenha dizendo que nunca li um livro como Dissolução. Ele é diferente de qualquer livro que já tenha lido e desconfio que de qualquer outro livro por aí, mesmo até daqueles que provavelmente nunca vou ler. Pode até parecer meio pretensioso de minha parte dizer isso, mas acredito que esta seja mesmo a sensação daqueles que terminam de ler a obra de Cláudia Lemes, que ele é único. Claro que toda obra é única, mas talvez esta tenha um algo a mais. 

O livro já começa nos tirando o fôlego com uma primeira cena bem construída, de uma narrativa tensa, e com personagens tão reais, mas tão reais, que logo você já se sente envolvido numa grande trama, e depois dessa cena, você PRECISA saber o fim. Simples assim. Não vou contar a cena para que, caso venham a ler algum dia, possam sentir o que também eu senti quando li.

 Dissolução é narrado em terceira pessoa e é divido em três partes: O Livro de Cláudia ou O Livro da Juventude, O Livro de Charlie ou O Livro da Vingança e O Diário de Beth, que aparece entre os outros dois livros como flash-backs do passado da mãe dos Woodsons.

O primeiro livro tem-se início com a chegada de Cláudia a New Haven, uma pequena cidade no Texas. Acompanhada de sua amiga Mia, Cláudia espera que os novos ares a faça esquecer dos horrores de sua antiga vida e principalmente de seu marido Tony, um mafioso que acabara de ser preso dando-lhe a possibilidade de recomeçar a vida. 
 
Na primeira noite em New Haven, Cláudia e Mia depois de alguns imprevistos são acolhidas na casa dos Woodsons onde conhecem os irmãos James, Patrick e Johnny. A partir daí, é lógico, nada seria tão fácil quando ela tinha imaginado. Seu passado ainda a atormenta e como se não bastasse as intrigas em New Haven se tornam constantes quando Cláudia e Patrick iniciam um relacionamento e ela passa a despertar também o desejo do outro irmão, James, que é casado.
 
O livro de Charlie é centrado na busca  de Charlie Retorini por vingança contra Tony, o líder da máfia italiana, seu pai e também ex-marido de Cláudia. Charlie se infiltra na máfia a fim de conseguir a confiança de Tony, mas então toda sua raiva passa a se tornar verdadeira admiração pelo chefe italiano...

  No diário de Beth, como já mencionado, relata os acontecimentos da vida de Beth entre 1969 e 1997 e vai nos mostrar a origem da maldição da família Woodsons.  Acho que essa é a parte do livro que mais tem traições e intrigas.

 De forma bem geral livro é fantástico. Já falei da humanidade dos personagens e voltou a repetir por que essa é sem dúvida a característica mais marcantes do livro. Não existe alguém certo ou errado, bom ou mal. Mas o que todo mundo conclui ao final do livro é que Cláudia (a autora, não a personagem) não tem um pingo de compaixão pelos personagens, nunca vi tanta gente sofrendo tanto em um livro só!
 
  Dissolução é o primeiro livro da trilogia Os Woodsons, então preparem os corações que as intrigas, segredos e mistérios estão apenas começando. Ainda tem mais tensão, mais mentira, mais violência, mais morte... Porque é somente isso que podemos esperar de um livro tão recheado. Não é um livro de romance, de ação ou suspense, é tudo isso junto e muito mais, e a grande maestria da Claúdia foi fazer isso sem ficar cansativo ou chato,  de tornar cada capitulo uma expectativa para o próximo.