Título: Metrovinos: A origem (série Redenção)
Autor: M. A Costa
Páginas:20


Sinopse: Este conto narra as primeiras 72 horas após o Grande Terremoto de Xangai em 2108. Conta a luta pela sobrevivência de um homem aprisionado nos escombros. Escombros que se tornariam a morada de milhares de chineses contribuindo para uma sociedade que 300 anos depois seria denominada ‘metrovina’.  (Skoob)







 Esse é a primeira vez que resenhamos um conto aqui no MLW. Por isso fico empolgadíssima de dizer que é uma esse foi um belo começo.
  Essa história conta as origens dos "Metrovinos" uma sociedade que é nos apresentada no livro Redenção: Legionella, do mesmo autor. O conto começa de forma rápida e já fazendo descrição do Grande Terremoto de Xangai, mostrando toda a devastação, o medo, a luta e o egoísmo humano para alcançar a sobrevivência.

"No centro da Cidade Velha o tremor veio como um dragão furioso acordando que,descobrindo estar acorrentado,rugiu e rasgou a Terra para dar espaço a sua escapada."

" O instinto de sobrevivência é o mais poderoso dos instintos humanos e, também o mais egoísta."

  Vemos então, um sobrevivente. Ele acorda dentro do metrô em ruínas, e em meio há muitos mortos.  Atordoado caminha entre os destroços e inicia a luta para achar a saída. No subterrâneo escuro, ele encara as dificuldades: Lugares destruídos pela catástrofe, a dor, o desânimo...
  Nas poucas vinte páginas, Costa, traz um história rápida, emocionante e que nos faz refletir sobre o personalidade humana. Como podemos ser egoístas em meio ao desespero, ou solidários com desconhecidos. Como, mesmo pessoas comuns, podemos enfrentar desafios e vencê-los apenas pela decisão de seguir em frente.
  Durante a narrativa, em nenhum momento é citado o nome do personagem. O que foi um surpresa para mim, por que de fato só notei esse detalhe quando se aproximava do fim, onde é revelado o nome do dito sobrevivente, que vem a ser um bom trocadilho que se encaixa perfeitamente na origem dos metrovinos.
  Certamente, preferia ler esse conto depois de já ter lido Redenção: Legionella, embora isso não altere muita coisa. O conto é muito bom, e para quem ainda não leu o livro, não vem a ser um problema.
  O autor fez uma bela narração. sendo conciso e conseguindo passar as emoções do personagem para o leitor a medida que se avança na leitura.
   Esperando ansiosa pelo livro...



Antes de encerrar esse post, vou falar um pouco sobre o autor. Por que agora ele é parceiro do MLW! \O/



O Autor




Redenção – livro um: Legionella, é livro de M.A.Costa, um apaixonado pelos gêneros ficção científica e terror.
Desde sua adolescência seus heróis e modelos de comportamento e pensamento têm sido escritores - aqueles que são idealizadores de universos paralelos, visionários de futuros próximos e distantes, transformadores do impossível em plausível.
M.A.Costa é frequentador da escola de H.G.Wells, Isaac Asimov, Arthur Clarke e Stephen King apenas para citar alguns. Na série Redenção, o autor dá asas à sua imaginação mais “doentia”, ao escrever de forma cuidadosa e moderna, uma história recheada de suspense e ação, que prevê um futuro que reflete ao mesmo tempo o que há de pior e o mais nobre na natureza humana.







A Obra




Sinopse: Caos, ódio e morte voltam a bater à porta da humanidade. No século XXVI, um grupo racista desenvolve uma super bactéria que mata seletivamente. Caberá a Peter Brose, político jovem, influente e bem intencionado, o desafio de salvar a humanidade de sua autodestruição. Entretanto, sua experiência de vida não o
preparou para os fatos deploráveis que se seguirão.
Legionella, primeiro livro da série Redenção, dá o pontapé inicial nesta trilogia de ficção científica com muita ação, suspense e imaginação. Ao mesmo que o mundo idealizado pelo autor tem a plausibilidade como principal característica, os personagens que nele habitam são únicos, e os caminhos que a obra segue são marcados pelo inesperado.
Além de entreter, a obra de M.A. Costa leva o leitor a refletir sobre a essência humana e os caminhos que a humanidade insiste em seguir, apesar de sua privilegiada capacidade de evolução como espécie e de cada um de nós como indivíduo.





Links Importantes









Titulo: A menina que roubava livros
Autor: Markus Zusac.
Editora: Editora Intrínseca.
Ano: 2007
Páginas: 480.


Sinopse: Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.





   A menina que roubava livros foi o que eu esperava e ainda mais. Exatamente o tipo de livro que depois de fazer aquele ritual de cheira-lo ( como todo bom leitor deve fazer!), ler a sinopse,  ver capa, passar as mãos delicadamente pelo titulo e finalmente contemplar-lo, você decide: "Ele será meu"
 A menina que roubava livros conta a história de Liesel. De como uma garotinha conseguiu lutar contra uma vida regrada às ideias nazistas. De como transformou esse mundo, de explosões e mortes, com livros e leitura. De como se tornou amiga de um judeu na Alemanha nazista. 
  De longe o que mais gostei nessa historia foi a Morte. Sim, porque é a morte que conta a história da roubadora de livros.
 Tudo começa quando a Liesel perde seu irmão em um viagem que fazia com mãe até sua nova família adotiva.  Durante o enterro do garotinho, a menina encontra um livro jogado no chão, que um coveiro deixara cair. Esse se torna seu primeiro furto, e também o motivos para que a Morte repere na menina ao ponto de acompanhar e contar a historia da roubadora de livros.
  Liesel é deixada na nova casa com os Hubermann, onde passa a viver uma vida aparentemente normal, numa Alemanha nazista. durante a Segunda Guerra.
 É aí, que conhecemos a terrível e briguenta, Rosa Hubermann, que é a mãe adotiva da pobre Liesel, mas que até o fim do livro se mostra uma pessoa amorosa e preocupada. Também há o Hans Hubermman, o pai adotivo da roubadora. É ele que lhe ensina ler (com aquele livro roubado do enterro do irmão), e também lhe proporciona conforto e o amor de um pai de verdade. Como deixar de falar do Rudy, o vizinho da menina e companheiro em alguns dos roubos, que ela tramou. Ele é divertido e cativante, o maluco de Jesse Owes, o corredor, àquele que sempre esperava o beijo de Liesel. E por fim temos de falar dele.... Esse foi o que me arrancou muitas lagrimas, o Max Vanderburg. Um judeu que a família Hubermann escondeu e que se tornou um bom amigo para a pequena Liesel.
  Uma história emocionante, também uma da mais lindas da atualidade. Narrado com perfeição e de forma poética. Não imagino como, mas esse livro consegue ser lindo e triste ao mesmo tempo. Te faz rir em alguns momentos, e logo depois, sem aviso ou permissão, um nó se forma em sua garganta.
  O autor Markus Zusac, fez um excelente trabalho na construção da história, e principalmente dos personagens que se torna um dos pontos mais positivos da trama. 

"Está aí uma coisa que nunca saberei nem compreenderei - do que os humanos são capazes."

"Uma ideia bonita:Uma, roubava livros. O outro, roubava o céu"

''Quando a morte conta uma história, você tem que parar pra ouvi-la.''

"Como a maioria dos sofrimentos, esse começou com uma aparente felicidade."

  
   Esse livro não precisou de fantasia, ou romance. Não precisou de bruxos, vampiros, caçadores... (que eu até gosto), para se tornar especial e memorável. Esse livro apenas falou de um menininha que gostava de ler. Cada palavra, só me fez gostar ainda mais de livros(Se for possível!). Por que a cada roubo, e a cada capítulo que Liesel aprendia a ler, me mostrava como um livro é algo valioso e de como ele pode transformar as coisas ao nosso redor. Algo que para nós é algo tão simples, mas que para ela foi um caminho para sobreviver aquele tempo.
  Em uma única palavra:
  Perfeito.


 OBS.: Antes de prosseguir com o post gostaria de deixar uma notinha esclarecendo que tudo que vamos mostrar aqui são apenas semelhanças e de modo algum estamos acusando a Globo ou seja quem for de plágio (embora fosse muito interessante se ter uma explicação quanto a isso). O texto foi escrito com autorização do autor.

 Não assisto a Globo, não gosto de novela e nem desses programas que nunca mudam desde da minha infância, porém para quem não sabe, recentemente a Globo começou a exibir uma minissérie, chamada Amorteamo, que muito me chamou a atenção pelo figuro e um enredo diferente ambientado no recife.
  Admito que não cheguei a assistir a tal série, mesmo querendo muito, pois sou Pernambucana, e gosto de acompanhar histórias com  teor nordestino. Porém a pouco, um dúvida vem sendo levantada por alguns leitores dos livros Albertina e Minueto da Madrugada e pelo próprio autor Décio Gomes. Eles dizem que a nova minissérie mostra muitas semelhanças com o livro. Só para começar olha só essa imagem...



  Como fica muito difícil falar de algo que não li ou vi peguei alguns trechos do escritor pernambucano Décio falando das semelhanças entre as obras.

  "Em Amorteamo (roteiro e direção feitos por dois pernambucanos), temos um início movido por uma cena de traição, que gera uma morte e tece motivos que movimentarão a série. Esta traição ocorre sob o teto do casarão da família, o que gera uma "maldição" e um "peso" que vai se instaurar na casa a partir de então. E é aí, meus amigos, que começam as similaridades com Minueto da Madrugada: no livro de minha autoria, que foi lançado como um prelúdio para explicar fatos vistos em Albertine, uma traição também ocorre sob o teto do casarão da família, gerando uma maldição que vai acompanhar todos os membros daquele sangue pelo resto da vida. Esse fato, porém, ocorre de forma distinta nos dois títulos em questão: enquanto na série a traição ocorre através da esposa com um amante, no livro se dá através do patrão com uma empregada. Ora, não fosse o fato de que em AMORTEAMO a grande revelação do final do primeiro episódio fosse que o patrão, interpretado por Jackson Antunes, também teve relações íntimas com a empregada da casa. E como se ainda parecesse pouco: tal relação de patrão/empregada em MINUETO DA MADRUGADA gera uma criança, que futuramente vai causar in INCESTO INCONSCIENTE dentro da trama. E em AMORTEAMO, meus caros, essa é exatamente a revelação final do episódio de estreia: um incesto inconsciente causado pelo caso do patrão com a empregada. "

  Outras coincidências ocorrem... Como os personagens terem praticamente a mesma personalidade, que é o caso do senhor Joseph Ridell ( do livro) e o Patrão, personagem de Jackson Antunes na minissérie. Ambos tem negócios decadentes, frequenta bordéis, tem amantes e um relacionamento ruim com o filho. Que alias é outro personagem que também aparece nas duas tramas de formas bem idênticas apenas com nomes diferentes (Jeremy, no livro, e Gabriel, na série). A esposa de Joseph é mais uma nessa lista. Ela é causadora da maldição e uma mulher sinistra ligada à morte e à excentricidades, que mantêm o relacionamento com o marido apenas por aparência, surge na trama da série, com mesma personalidade, problemas com o marido e  também como responsável pela maldição.
 Na minha opinião: É sim a mesma história! O que muda são apenas os nomes! Até porque as "coincidências"ainda não terminaram.
 Como explicar que no inicio da série um novo padre chega a cidade, do mesmo modo que ocorre no livro? Ou um cena, um pequeno detalhe, onde Albertine mostra para Jeremy um caracol entre as mãos que na série se assemelha com Gabriel mostrando para Lena um pássaro morto entre as mãos.?Ou ainda o slogan que são praticamente o mesmo?

" Quem conhece os meus livros e tem Albertine em mãos pode conferir na traseira: POR ONDE SEGUIR QUANDO O AMOR E A MORTE CRUZAM O MESMO CAMINHO? Curioso é o slogan de Amorteamo ser também estranhamente similar: O AMOR OU A MORTE, QUAL DOS DOIS É O MAIS FORTE?"

  Conhecei o livro Albertine há pouco tempo, e logo entrou para minha lista de Urgência( livros que preciso ter urgentemente) e fiquei um pouco chateada com o que está acontecendo. Repito que não estamos acusando ninguém, até porque é fácil haver semelhanças no mundo artístico, apenas estamos demonstrando as semelhanças e claro aproveitando para divulgar o trabalho de Décio. Se a minissérie também está fazendo sucesso nada mais justo que o livro também seja reconhecido, independente de ter sido inspirado nele ou não.  Décio Gomes é o tipo de escritor que deve ser reconhecido, tenho certeza que suas obras são incríveis, e fico feliz em dizer que ele recebeu boas críticas por Albertine. Espero que logo, logo nós do MLW traga a resenha de seus livros. E que essas coincidências sejam explicadas...


 Livros de Décio Gomes


Vou deixar aqui os links para quem se interessou em conhecer os livros do Décio. No site dele também link para os contos. Corre lá ;)

ONDE ENCONTRAR O AUTOR:


           SITE | FAN PAGE FACEBOOK SKOOB


ONDE COMPRAR:





  Feliz Dia da Toalha, my littles!
Como vocês sabem, hoje é 25 de maio e a gente não poderia deixar passar essa data muito especial para os nerds: O Dia da Toalha e o Dia do Orgulho Nerd. Não sabe o que é? Não se preocupem que vamos explicar direitinho do que se trata para que vocês possam comemorar com a gente. Vamos lá?


 O que é o Dia da Toalha e por que 25?


  O dia 25 foi escolhido para homenagear o Douglas Adams, autor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, que faleceu em 11 de maio de 2001. Dia 25 foi o dia que lhes foi prestado as primeiras homenagens.


Qual o porquê da toalha?


Por causa desse trecho do livro que explica a importância da toalha para os mochileiros:

"A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você - estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa."

         Como se comemora o Dia da Toalha?


 Essa é a parte legal. Para se comemora o Dia da Toalha basta você sair por aí com uma toalha o dia todo! Isso mesmo. Nada de vergonha.


 

O que é o Dia do Orgulho Nerd e por que 25?



  O Dia do Orgulho Nerd promove a cultura nerd/geek. O dia 25 foi o escolhido em comemoração a première do primeiro filme da série Star Wars, o Episódio IV: Uma Nova Esperança, em 25 de maio de 1977. Teve origem na Espanha, mas acabou que se espalhou por todo o mundo. A maior concentração aconteceu em Madri, onde 300 nerds demonstraram seu orgulho com um pacman humano. Um manifesto foi criado para celebrar o primeiro Dia do Orgulho Nerd, que inclui uma lista, com tom de brincadeira, dos direitos e responsabilidades básicas dos nerds/geeks. Confiram alguns: 
(fonte: wikipédia)

Direitos:
1. O direito de ser ainda mais nerd.
2. O direito de não sair de casa.
3. O direito de não ter um par romântico e de ser virgem.
4. O direito de não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
5. O direito de se associar a outros nerds.
6. O direito de ter poucos (ou nenhum) amigo.
7. O direito de ter tantos amigos nerds quanto quiser.
8. O direito de não ter que estar “no estilo”.
9. O direito ao sobrepeso (ou subpeso) e de ter problemas de vista.
10. O direito de expressar sua nerdice.
11. O direito de dominar o mundo.

Deveres:
1. Ser nerd, não importa o quê.
2. Tentar ser mais nerd do que qualquer um.
3. Se há uma discussão sobre um assunto nerd, você tem que dar sua opinião.
4. Guardar todo e qualquer objeto nerd que você tenha.
5. Fazer todo o possível para exibir seus objetos nerds como se fosse um “museu da nerdice”.
6. Não ser um nerd genérico. Você tem que ser especialista em algo.
7. Assistir a qualquer filme nerd na noite de estréia e comprar qualquer livro nerd antes de todo mundo.
8. Esperar na fila em toda noite de estréia. Se puder ir fantasiado, ou pelo menos com uma camisa relacionada ao tema, melhor ainda.
9. Não perder seu tempo em nada que não seja relacionado a nerdice.
10. Tentar dominar o mundo!


   Agora que vocês já sabem o que é o Dia da Toalha e o Dia do Orgulho Nerd, junte-se a nossa causa: Use um toalha e espalhe seu amor pela cultura nerd neste 25 de maio!





Título: O Pequeno Príncipe
Título original: Le Petit Prince
Autor (a): Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Geração Editorial
Páginas: 160

Sinopse: O Pequeno Príncipe - Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.





O Pequeno Príncipe é o tipo de livro que "me cativa" ( para quem já leu, foi mal pelo trocadilho. Não resisti. Rsrsrs). Por algum estranho poder no universo, evitei lê-lo por muitos anos, pois, por simples ingenuidade minha esperava encontrar apenas mais um livro infantil. Esperem! Não me entendem mal, meu livros preferidos são para crianças. Mais depois de escutar tantos " Que livro maravilhoso!" e "Você já leu o Pequeno Príncipe?" toda vez que eu falava sobre minha paixão por livros clássicos, acabei resistindo a tentação de ler esse. ( Meu Deus! Até parecia que eu havia entrado numa dimensão alternava onde meu eu era um ser perverso que se recusava ler um livro, para não dar ouvido as pessoas...) Para minha alegria, não estou em universo paralelo algum e por isso pedi de aniversario o livro do Pequeno Príncipe e...Aí meu coração! Acho que estou com meus olhos suando até agora! Que livro sensacional, perfeito, delicado e emocionan... Ops, calma. Vamos começar pelo resumo e depois eu começo as cem paginas de elogios.
  A história do pequenino de cabelos dourados é narrado por um piloto, que devido a um pane no sistema do avião, acaba por pousar no deserto do Saara onde encontra o  Pequeno Príncipe. O menino pede que o piloto desenhe um caneirinho, e o piloto, que só sabia desenhar cobras vistas do lado de fora e do lado de dentro, fez sua tentativa de desenhar o tal carneiro. Mas como não poderia de deixar de ser, o piloto estava intrigado com o menino. O que uma criança fazia no deserto, afinal?  Então o que começou com um pedido, se tornou um narrativa das viagens do Pequeno Príncipe por muitos planetas até chagar à Terra.
  O menino conta como deixara sua única flor sozinha em seu pequeno planeta de três vulcões par sair em busca de aventuras. De como conheceu o rei autoritário, no primeiro planeta que visitou. E também do vaidoso...E do bêbado...E do homem de negócios... E do geógrafo... E do acededor de lamparina, que encontrou nos demais planetas.  Até que por fim chegou à Terra...


"O sétimo planeta foi pois a Terra. A Terra não é um planeta qualquer! Contam-se lá cento e onze reis [...] Sete mil geógrafos, novecentos mil negociantes, sete milhões e meio de beberrões, trezentos milhões e onze de vaidosos [...]" 


  E foi aqui na Terra ( Sério? Nem desconfiava, né...) Que o Pequeno Príncipe se depara com uma cobra, uma raposa e um certo piloto que se encontrava no deserto com seu avião quebrado.


  Para quem acompanha o blog sabe o quanto nós do MLW amamos livros clássicos e como somos extremamente críticas quanto a narração dos livros que lemos. Por isso conta muito quanto falo que O Pequeno Príncipe de qualquer maneira irá receber uma avaliação negativa quanto a esse ponto. A narração de Saint-Exupéry é muito cativante! ( Essa palavra de novo! As lágrimas já começaram a descer!). Ao ler as primeiras frases já estava envolvida com a história. Simples, poética e as vezes tão ingênua quanto uma criança, essa escrita me fez andar pelos mesmos planetas, fazer os mesmos questionamentos e chegar as mesmas conclusões que o Pequeno Príncipe.


 "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"


  "Era um pessoa igual a cem mil outras pessoas. Mas, eu fiz dela uma amigo, agora ele é unica no mundo"


"Se tu vens às quatro da tarde, desde às três começarei a ser feliz."



  Agora, depois de ler essa história percebo porque ela é tão conhecida e elogiada. Cada pagina que li foi especial e única, me mostrou como ler é mais que ver palavras frias grudadas em um papel, é algo inexplicavelmente fascinantemente admirável, que transporta você a um mundo mágico, à aventuras e planetas distantes onde uma simples criança de cabelos douradinhos pode ser mais sábio que um adulto que não sabe a diferença entre um chapéu e uma cobra que comeu um elefante.
  Esse livro devia ser lido por todo ser que respira. Se isso acontecer um dia, o mundo será um lugar de eternas crianças e pessoas que sabem o valor de cativar. 


Fotos




Hey, my littles! Agora o MLW é parceiro da Editora Deuses! Queríamos agradecer a editora pela confiança depositada em nós, esperamos sinceramente que possamos crescer juntos. Vamos conhecer um pouco sobre a editora?


Editora Deuses



A Editora Deuses surgiu em 2012 com a certeza que será uma das grandes líderes editorias do Brasil e logo será altamente renomeada em todo o mundo.Visamos fazer da Editora Deuses um exemplo, não apenas de empresa, mas, de vida. Não trabalhamos apenas com livros de literatura em geral, mas com HQ também.
Nos chamamos Editora Deuses porque nossos escritores são os deuses da escrita e lutaremos, a cada obra, por um mundo mais cordial, humanitário, moral e digno. Sonhamos com o dia em que as diferenças sociais não sejam mais motivos de guerra e sim laços de admiração, compreensão e amor. Afinal, livros salvam vidas e levam esperanças e sonhos aos que perderam, tornando a vida de centenas de milhões uma existência mais agradável. E assim contribuímos para que o mundo amanhã seja melhor do que o mundo de hoje!
   Um conselho que deixamos para todas as pessoas é que nunca desistam dos seus sonhos! Lembrem-se que não nascemos para viver uma existência sem razão, e se sonhamos, então é possível realizar, basta não desistirmos! Amem, permitam ser amados, felizes, realizem sonhos e concretizem objetivos. Sabemos que na vida vêm os não, entretanto, não se feche para um sim que o aguarda se você persistir! Se disserem que você escreve mal: aprimore! Se disserem que sua história é pobre: melhore-a! Apenas continue, mesmo em meio à tristeza, mesmo em meio à depressão, dificuldades ou dúvidas.
 Escritores históricos um dia começaram a colocar no papel seus pensamentos e hoje são referências. Amanhã as referências também serão os deuses da escrita, que terão obras por todo o mundo.
A Editora Deuses entrou para a história e os que leem as nossas obras ou passarem a ler, terão a honra de viver parte disso, pois os deuses da escrita já são história, marcando a partir de então a humanidade com as melhores obras literárias do mundo e para sempre.



Lançamentos


Uma Canção para Libélula: Era uma comum primavera numa fazenda qualquer, mas um encontro inusitado aconteceu: a Menina e a Libélula se viram pela primeira vez. Assombrada por um medo irracional da Morte, a Menina é marcada por esse encontro para o resto de sua vida. Compõe então uma canção em seu piano, homenageando a misteriosa libélula.  Os anos se passaram, Vanessa vivia em Londres e tinha a vida cercada por seu iminente sucesso como pianista, porém, algo aconteceu, mudando seu destino: Uma doença, uma viagem e um reencontro. Vanessa precisará encarar fantasmas que sequer lembrava um dia terem assombrado sua vida, tendo de relembrar a morte do irmão e reviver seu conflito com a mãe. E mais importante e mortal, conhecer a grande antagonista de sua vida, a quem chama de Vilã Cinzenta.   De Londres a São Paulo, dos Palcos aos Lagos. “Uma canção para a Libélula” é a história de uma alma perdida e de sua busca por quebrar o casulo de sua existência, para só então compreender o sentido da própria vida. Este livro é um profundo mergulho em uma mente nebulosa, permeada por lagos obscuros e pela inusitada morte; não havendo sequer esperanças


Melancolia: A melancolia é a forma mais profunda de demonstrarmos nossos sentimentos de intensa tristeza, raiva e abominação por conta daquilo que nos arrenega.
Mas existe outro modo de assistir a melancolia em cena. Aquele sentimento mais sensível que nos remete para baixo, pondo-nos a uma situação de puro torpor e decadência. Esse modo seria tirar proveito da sensibilidade que nos rodeia e amadurecermos quanto ao fato de sabermos que sem tristezas não há alegrias. Seria como um grande contraste entre o bem e o mal, o doce e o amargo, a luz e as trevas.
Essa parte melancólica que nos consome quando sentimos falta de algo que nunca tivemos, ou quando a “nostalgia” vira uma doença, onde tudo fica mais difícil de ser esquecido.

 



Gostaram da novidades? Em breve estaremos trazendo algumas resenhas da Editora para vocês conheceram um pouco mais das obras, ok?

   Hey, my litltles! Tudo bem com vocês? Espero que sim porque hoje é o dia mais top do mês  , porque é quando conhecemos as novidades que as editoras preparam para gente. Confiram só  esse novo livro de fantasia que vai ser publicado pelo Selo Métrica da Tribo de Letras. 


O Retorno de Elizabeth Torny - 1- Tatyane Nicklas 


Sinopse: Os moradores da pequena cidade de Palmertorny, escondem um terrível segredo por vinte anos, mas com a chegada de uma bela jovem paranormal esse segredo está ameaçado e a punição pelo mal que causaram no passado está por vir.
Envolvente e excitante O Retorno de Elizabeth Torny, trás uma história cheia de suspense e drama, mas com boas pitadas de humor e sem faltar um bom e atribulado romance.
Com uma linguagem jovem e dinâmica prende o leitor à história trazendo-lhe sensações novas a cada capítulo.
Diferentes culturas, opiniões conflitantes, crenças diversas tudo isso acaba levando as pessoas para o inevitável “pré-conceito” daquilo que não conhecem. Um livro capaz de nos transportar para o sobrenatural aborda o tema polêmico da paranormalidade e nos faz refletir: Em que realmente acreditamos? Acordar de uma noite de pesadelo, pode significar vivê-los, Elizabeth Torny, não nasceu assim, a tornaram assim.Dizem que o amor liberta-nos da dor, de toda mágoa e todo rancor, dizem... Elizabeth Torny, a chave entre a vida e a morte, o sonho e a realidade. Não procure saber da verdade.



Sobre a autora:


Tatyane Nicklas

 "Paulista nascida na cidade de Osasco/SP, escritora nata, atualmente, moro em SP - Sempre escrevi pequenas e surpreendentes histórias. Assim, quem lia, dizia.
Nasci Gêmeas com outra menina, ao qual se chamava Taís, ela faleceu com Cancêr aos 6 anos, e me senti sozinha desde então. Camuflei uma infância pré-destinada. Sendo sempre parte de nossos sonhos de menina e desejos de mulher. “Ela sempre esta comigo”.
Nasci dia 03/06/1982, sou Gerente Comercial, profissão ao qual me formei,  escritora e contadora de histórias desde que me conheço por gente, o primeiro livro que li, me deixou eufórica foi da Valéria Piassa, “Depois daquela viagem”, o melhor presente que ganhei, meus autores preferidos são: Stephen king, Sombras da noite, Fernanda Torres – Fim,  jk rowling – Todos do Harry Potter, uma mente mais que brilhante. Helen Fielding – O Diário de Bridget Jones –  Eu sou fã da Filosofia, e sempre me espelho “no mundo de Sophia”.
O que me motivou a escrever foi o desejo de mudar, trazer sensações diferentes em tantas faces que observo, eu gostaria que todos lessem e sentissem o mesmo prazer que eu tenho quando escrevo. Comecei aos Dezesseis anos, e aqui estou. Comecei com letras, poemas, mas nunca as compartilhei, hoje eu sei que é uma dádiva, posso viver em qualquer situação, sou adaptável, mas viver sem pensar e escrever... É o mesmo que deixar de existir. Meu primeiro livro eu fiz por intermédio de um apagão, eu simplesmente fechei meus olhos em uma sala com quase 20 pessoas, abri o office w, e só me lembro de ter escrito algumas páginas, iniciando pelo nome do livro.
Quando eu acordei, entendi, eu nasci para isso. Eu amo isso, e eu sou “isso”. Uma mulher que ama a arte de amar.
O livro “O retorno de Elizabeth Torny é a minha primeira obra. Abordo temas sobrenaturais mesclando suspense e terror. Vivendo numa sociedade onde poucos, tem oportunidade de ter um trabalho reconhecido, eu começei a brilhar como uma estrela, pois aprendi a ser positiva em tudo. Graças a minha família, e amigos irmãos.
Eu acredito no sucesso e coloco em meus trabalhos toda minha paixão pela literatura, dedicação e carinho em minhas obras. Principalmente respeito os olhos de quem estará conectado com a minha mente.  Fiquei em choque quando a fantástica autora: Solange de Castro neves, leu meu livro. Eu a admiro, ela é um ser apaixonante.
 Sou apaixonada pela Amy Winehouse, Adele, Coldplay, Madonna, Marisa Monte, Legião Urbana,  não sei viver sem música, e cada livro meu tem uma trilha sonora.
Meu prazer é sem duvida, viajar e dirigir, Já visitei alguns países, como Alemanha, Suiça, Africa, Argentina e Chile. Cada pais que eu vou é em busca de alguma história, na minha cabeça, existem personalidades que eu tenho como admiração, Cleopatra, passei anos estudando a sua vida. E descobri que por mais que não conheçam a sua história, jamais esqueceram do seu nome."

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Gostando da novidades? Fiquem aguardando que segunda-feira chegando mais novidade por aqui no MLW ;)


Título: O Chamado do Cuco
Autor: Robert Galbraith
Editora: Rocco
Lançamento: 2013
Páginas: 448

Sinopse: Quando uma modelo problemática cai para a morte de uma varanda coberta de neve, presume-se que ela tenha cometido suicídio. No entanto, seu irmão tem suas dúvidas e decide chamar o detetive particular Cormoran Strike para investigar o caso.Strike é um veterano de guerra, ferido física e psicologicamente, e sua vida está em desordem. O caso lhe garante uma sobrevida financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais ele mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrias ficam as coisas e mais perto do perigo ele chega.Um emocionante mistério mergulhado na atmosfera de Londres, das abafadas ruas de Mayfair e bares clandestinos do East End para a agitação do Soho. O chamado do Cuco é um livro maravilhoso. Apresentando Cormoran Strike, este é um romance policial clássico na tradição de P. D. James e Ruth Rendell, e marca o início de uma série única de mistérios.





  O Chamado do Cuco me mostrou que um livro não precisa ter um grande enredo, para ser muito bom. Comprei ele bem na época em que ele estava parando o meio literário - quando todo mundo descobriu que, na verdade, Galbraith  era outro pseudônimo da J.K Rowling - e que se via resenha dele em tudo quanto era blog. Por isso e outros motivos (leia-se "Morte Súbita", sim eu não gostei de Morte Súbita)  não esperei muito dele, achei que era desses livros que faziam sucesso apenas por que o autor era bem famoso.
  Acontece que O Chamado do Cuco é um livro bem melhor do que eu achei que seria.


A história

  Lula Landry é uma modelo negra lindíssima, jovem, famosa e rica. Adotada ainda criança por uma família branca, ela teve tudo o que queria, ainda assim sentia-se incompreendida. Landry, também chamada de Cuckoo pelos mais próximos, era envolvida no mundo das drogas, das festas e tinha um namorado problemático, então quando ela apareceu morta não demorou para que a polícia associasse sua vida complicada a um suicídio. 
   Três meses depois o irmão de Lula aparece no escritório de Cormoran Strike alegando que a modelo tinha sido assassinada. Strike não vê motivo para iniciar uma investigação, mas diante do preço que lhe é oferecido ele aceita e junto com sua secretária temporária, Robin Ellacott, ele dá início ao trabalho.


Opinião

  Como sempre faço antes de resenhar um livro, procurei ver a opinião de outros blogueiros sobre o livro. Surpreendentemente, encontrei muitos que, ao contrário do que achei, não gostaram da obra.  
  Não é surpresa para ninguém que sou completamente apaixonada por livros de mistérios, crimes, polícias, detetives e interrogações, então resenhar sobre livros do gênero se tornam bem fáceis, uma vez que sei exatamente o que e o que não gostei.
   O Chamado do Cuco não é nenhum Sherlock Holmes, na verdade, não há nem como haver essas comparações. Mesmo pertencendo ao mesmo gênero, o livro de Galbraith é muito mais realista. A motivação do crime, as linhas de raciocínio. Não há revelações surpreendentes na trama - o que foi motivo da maioria das críticas - nem vilões com cérebros super evoluídos que pensam num plano mirabolante para nunca serem descobertos.
  O interessante é que justo essas características foi o que me fez gostar dele. O enredo, como disse lá em cima, não é o melhor, para alguns dá até impressão de que ficou incompleto ou que não foi bem trabalhado, mas para mim, passou a sensação de que simples é melhor. Sem enrolação.
   As investigações não são cenas seguidas por perseguição, nem tiram o fôlego. São como imagino que sejam na realidade: chato.  Cormoran faz e refaz as mesmas perguntas para pessoas diferentes, e cabe a você decidir quem parece mentir ou quem é sincero, simplesmente analisando os comportamentos. Me senti uma detetive!  A medida que avançamos é que vemos as peças se encaixando lentamente.
   No que se diz respeito aos personagens, a amizade de Robin e Cormoran tornam a história prazerosa. As cenas são divertidas e tiram um pouco da tensão do mistério. Ao mesmo tempo em que Cormoran mostra-se meio ranzinza e melancólico, Robin é cativante, tornando a dupla perfeita em se complementar.
  

 Conclusão

  É um livro que recomendo para todo mundo. Para quem não curte tanto o gênero e quer conhecer, é um livo sem complicações e direto. A narração também ajuda muito, pois é clara e direta sem deixar de ser primorosa. Para os que gostam do gênero é possível que não seja o melhor livro que você vai ler, mas certamente não é um livro ruim. Então, pessoalmente, recomendo muito.

Hey, my littles!
Pelo titulo dá para notar que é notícia boa, né? Hoje viemos apresentar para vocês nossa mais nova autora parceira, a Raquel Machado. Conhecemos ela pelo skoob e fiquei empolgadíssima com o enredo de Vingança Mortal. Enquanto a resenha não sai vamos conhecer um pouco sobre a autora e a obra dela?


Sobre a autora

 Raquel Machado é formada em Ciência da Computação, e participa do mundo das artes desde criança, sendo a literatura uma de suas maiores paixões.
Há anos em meio à blogosfera literária e com histórias sendo escritas em rascunhos, decidiu tirar do baú suas ideias e compartilhar com o mundo.
A autora reside no sul do Brasil, na cidade de Caxias do Sul/RS. Mora com os pais, quatro cachorros e uma estante cheia de livros.







“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”
Charles Chaplin.


Entre em contato com a Raquel através do e-mail raquel.machado2014@yahoo.com.br

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Sobre o livro



Edição: 1
Ano: 2014
Editora: Clube dos Autores / Amazon
ISBN: 1495987795
Páginas: 117
Formato: Impresso e Digital
Gênero: Suspense/Policial
Sinopse:
Ao receber uma ligação sobre a morte de sua melhor amiga, Brenda volta a sua cidade natal, Lageado Grande. Lá ela vai ao velório de Nicole, onde encontra seu rosto marcado por facas. Uma dúvida surge: será que realmente foi um acidente como todos falam?
Ao voltar para casa algumas pistas aparecem, e Brenda fica obstinada a investigar a morte de Nicole. Ela decide então voltar as suas raízes. Porém, o tempo parece ter mudado muitas coisas, inclusive as pessoas que ela imaginava conhecer.
Envolvida em uma rede de intrigas, dinheiro, drogas e traição, ela se vê prestes a montar um quebra-cabeça, onde cada peça parece se encaixar com extrema exatidão. E a solução para esse mistério, pode revelar um segredo escondido há muito tempo.

Informações do livro





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 E aí gostou do livro? Em breve estaremos fazendo a resenha dele aqui no blog e por enquanto é só.