Titulo: Katy e o Caçador de Zumbis
Autor: G.J. Stark
Editora: Selo Métrica (editora Tribo de Letras).
Ano: 2015
Páginas: 178


Katy e o Caçador de Zumbis - Uma praga desconhecida e imprevisível assombra a sobrevivência da humanidade, transformando as pessoas em criaturas macabras sedentas por carne e sangue. A cantora pop Katy, durante uma turnê na América do Sul, acaba ficando presa no Brasil após os EUA declararem o fechamento de suas fronteiras para tentar conter a disseminação da praga. Enclausurada nos confins de um hotel macabro, Katy acaba sendo resgatada por Heitor, soldado das forças especiais do exército brasileiro, dando início a uma corrida pela sua sobrevivência e da própria humanidade.





  Admito: Para mim foi extremamente fácil gostar desse livro. Com se não  bastasse se tratar de um gênero que simplesmente adoro, Katy e o Caçador de Zumbis nos traz uma temática que recentemente caiu no gosto popular: Zumbis. Como fã de The Walking Dead e Resident Evil (Zumbis...\o/)  parece meio suspeito falar de livros assim, mas ao mesmo tempo me torna mais crítica.

  Katy é uma cantora que está de turnê pelo Brasil, e logo depois de seu último show, descobre que um epidemia se espalhou pelo país e pelo mundo. Ao acordar na manhã seguinte, seu hotel está infestado de Zumbis. Ele procura pelo seu empresário, e juntos tentam sair dali, mas são atacados pelos mortos-vivos. Ele morre terrivelmente, e ela é salva por Heitor, um soldado das forças especias. A partir daí é contado todas as desventuras, e ataques sanguinários dos Zumbis, e como Katy e Heitor conseguem sobreviver a elas enquanto procuram um lugar seguro. Vemos a americana se tornar mais forte e assassina, e o começo de relacionamento entre ela e o soldado, de companheirismo, sobrevivência e amor.

  A história é contada em três pontos de vista: A da Katy, a cantora. De Heitor, o soldado. E da Juliana, médica da Anvisa. O livro tem uma boa narração, bastante ágil, o que se torna algo bom e um ruim ao mesmo tempo. A parte boa, sem dúvida, é que essa narração favorece as cenas de sangue e selvageria, deixando o leitor sem fôlego, em muitos momentos. A parte ruim, é que outras cenas precisam de mais aprofundamento para ter mais impacto, deixando a leitura muita rasa, até os próprios personagens tiveram um mal desenvolvimento, pois não sabemos muitos deles exceto do que está acontecendo agora na epidemia. Fora isso, foi um livro muito bom, com um ótimo enredo.

   Preciso mesmo parabenizar a editora pela ótima diagramação, e pela capa (Ai, ai, ai, como amei a capa!) E as ilustrações que tem no livro são lindas.

  Não gostei muito do final do livro. Na minha parte critica digo que a resolução da historia em si foi utópica demais, embora tenha gostado que aconteceu com os personagens no fim levando em conta a temática zumbi. Na minha opinião pessoal eu diria... Sério, G.J? Os personagens precisavam mesmo daquele fim? É claro que não vou falar o que acontece, leiam e descubram...



  

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